Está aí o treinador Edinho a dizer que falta planejamento ao futebol do Atlético. É apenas mais um que chega dominado pela aparência do CT do Caju e da Arena da Baixada, e em pouco tempo se depara com a triste verdade: o Atlético é um deserto de idéias quando trata de futebol. Parece conflitante, mas estas ocorrências previsíveis, a contratação do próprio Edinho é uma prova deste comando tolerante com o erro.

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O jogo de hoje com o Independiente de Medellín, não tem nenhuma relação com os fracassos nacionais. Este jogo é pela Libertadores, e é o último de uma fase que será apagada. O empate é o mínimo que se espera, porque, talvez, seja o máximo que pelo estado atual possa ser conseguido. Por isso, a própria torcida não pode confundir as situações. Tem que ser calma e deixar o time jogar e conquistar o que precisa.

A classificação para a próxima fase não pode remover a verdade do time no Campeonato Brasileiro. Neste, os jogos são em seqüência e a fase não é em frações. O que não se pode é pelo resultado de hoje retardar as soluções que se exigem para não ter o constrangimento de entrar em campo com o objetivo de sair do grupo de risco.

Os atleticanos pensam que as desgraças já estão longe da Arena.

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Não se enganem, porque os mais fortes motivos para algumas desgraças estão dentro da própria Arena.

Conflito

E o dirigente Vavá foi brigar com o treinador Lori Sandri em razão do empate com o Juventude. Falta bom senso ao dirigente, porque não se pode impor soluções a um treinador, quando ele se obriga a estrear cinco jogadores em um jogo. Por mais que seja coerente, o treinador se obriga a improvisar. O resultado da reação deste ato inconseqüente, é iniciar um processo de mudança, que mais tarde existiria, mas que agora poderia ser evitado.

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Entendo que estão sendo injustos com Lori.

Conquistar dois pontos, um contra o São Paulo no Morumbi, com um time sem qualidade como esse, já é um grande início.