Se entrar durante o jogo, poderá ser o da despedida. Se não entrar, a despedida foi em Criciúma, sem a intenção de sê-la. E assim Paulo Baier pode encerrar a sua passagem pelo Atlético. A obra que deixa é duvidosa, porque mais ganhou em dinheiro e em prestígio do que retribuiu com conquistas. Não há foto em que Baier esteja levantando um troféu pelo Atlético.

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Nos momentos em que se reclamou a sua intervenção como jogador e líder, foi ausente. Como em 2011, no jogo em Uberlândia contra o América-MG rebaixado, no qual uma simples vitória salvaria o Furacão da queda.

A sua marca foi registrada em momentos ocasionais, cuja importância sempre foi absorvida pelo resultado final negativo. A condição justa de reserva, não obstante a importância do jogo contra o Paraná, é o resumo da ópera.

A permanência de Baier exige uma solução de Petraglia, como Ricardo Pinto exigia em 1997. E Ricardo era ídolo de parar o trânsito. Foi dispensado para Flávio, o Pantera, jogar. E Flavio não só jogou, como foi extraordinário. Ganhou tanto, e ganhou tudo, que só não se tornou o maior goleiro da história do Atlético porque Caju é eterno.

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De primeira

É oficial o interesse do Grêmio Portoalegrense pelo zagueiro Emerson, do Coritiba. O negócio deve sair por 7 milhões de reais. Um grande negócio. Cassio Taniguchi, do Palácio Iguaçu, ligou para Petraglia, tentando acalmar o presidente rubro-negro. Atualmente só existe uma coisa que o acalma: o dinheiro para terminar a Baixada. Credor do Londrina, o advogado Domingos Moro teve o seu crédito garantido com a penhora sobre os direitos do atleta Wendell Borges, que está no Paraná.

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