Não iria repercutir por análise a notícia de que a CAP/SA descumpre obrigações com fornecedores na construção da Baixada. É que as matérias eram vagas, credores não quiseram se identificar. A impressão que me passou foi de que queriam cobrar o crédito por pressão de jornal. Mas a CAP/SA confirmou tudo. E as desculpas, transferindo para a Agência de Fomento do governo Estadual, tornou o fato ainda mais grave. Há mais de 30 anos de vida empresarial, Petraglia negocia com o BNDES, e sabe como que o critério de liberação de recursos é a conta gotas. Os fornecedores, inclusive de mão de obra, não têm a potência de Odebrecht (Corinthians e Maracanã), Andrade Gutierrez (Beira-Rio) e OAS (Bahia). São empresas simples, que dependem da remuneração da obra que executam.

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O mais grave é que o presidente do conselho deliberativo sabia e não interveio.

Antiga cultura

O Coritiba ganhou do J. Malucelli (1 x 0) mas não merecia. Ganhou por dois motivos: a arbitragem de Leandro Hermes, que lhe foi generosa, e as defesas, algumas em forma de milagre, do goleiro Vanderlei, o melhor em campo.

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No intervalo, Alex resumiu o desconforto: “Não jogamos nada, e o J. Malucelli foi melhor em campo”. E era verdade: o time com consciência tática, e por isso equilibrado, era o Malucelli. A bola esteve para entrar duas ou três vezes, mas Vanderlei não deixou. Além disso, o árbitro interveio em duas jogadas sequenciais: não marcou pênalti de Escudero em Leandro e marcou falta inexistente próximo à risca da área. Deste lugar, com Alex, é gol anunciado: Arthur 1 x 0.