No domingo, o Atlético joga contra um dos seus “malvados favoritos”. O Fluminense, à partir de 1996, por causa da batalha das Laranjeiras, que vitimou o então goleiro Ricardo Pinto, tornou-se um rival nacional do Furacão. A relação tornou-se mais azeda quando, para salvar o Fluminense do rebaixamento para a terceira divisão, os cariocas denunciaram o Atlético por suborno de arbitragem. Com o tempo, os espiritos foram desarmados, ficando apenas a rivalidade. Hoje como clube, o Atlético está bem à frente do Fluminense.

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Para ganhar esse jogo, o Furacão terá que jogar bem mais que jogou contra os reservas da Chapecoense, pela Copa do Brasil. Voltou a jogar tão mal que o empate de 0x0 acabou lhe caindo bem. O fato de serem competições diferentes não altera, porque o Furacão não anda jogando bem. Ganhou no Mineirão porque os milagres de Weverton e as falhas do Cruzeiro assim o quiseram. Empatou com o Vitória, dominado no final.

Paulo Autuori precisa prestar atenção. Com Otávio lembrando Alan Bahia, e Hernani limitado (ontem foram um horror) o time está se desconstruindo.

Humildade

O meia Juan já fez a sua parte: humilde, pediu desculpas ao treinador Pachequinho, aos seus colegas e ao Coritiba. Resta saber quando é que Rogério Bacellar, Alceni Guerra e José Fernando Macedo, irão fazer a sua: pedir desculpas à torcida pela administração que estão fazendo.

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O caso Juan nada mais é do que o resultado da péssima administração do clube. Quando uma diretoria conclui por mudanças em seu comando de futebol, precisa no mínimo ser razoável para distanciar o clube de um novo erro. Foi esse comportamento razoável que faltou e continua faltando a trinca de dirigentes coxas. A improvisação de Pachequinho como treinador por prazo determinado (dez jogos) foi um ato de despreparo e inconsequente.

Qualquer ato que seja improvisado no futebol carrega uma carga pesada de risco. É um escancarado despreparo dar um contrato de experiência para alguém inexperiente comandar um grupo vulnerável, como é o de jogador, quando trinta pontos estariam em jogo. Se não bastasse, agora entra na composição desse estado um estranho de nome Alex Brasil. Vindo do mercado periférico, sem experiência de trabalho em grandes clubes não tem condições para nele exercer hierarquia, que não existe em razão de escala teórica, mas de capacidade.

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