Colaboração

O que leva um treinador da capacidade de Antônio Lopes, a praticar o equívoco na formação do time, e na defesa em especial, como ocorreu contra o Fluminense?

Lopes é bom, mas é humano. Portanto, erra.

No caso de domingo, seu erro maior foi ignorar que Ronaldo vinha jogando bem. A pendência contratual, e não foi esse o motivo, seria um problema da diretoria. A opção por Everton era improvável em qualquer situação, pois pouco foi aproveitado em razão de suas ostensivas limitações.

A falta de outra opção não é argumento, pois com Wesley de ala e Nei e Ronaldo no meio, a defesa teve os seus melhores momentos neste campeonato. Bastou Rhodolfo voltar para que a defesa voltasse a falhar, como no Atletiba.

Mas Lopes tem uma atenuante, que não está no direito a erro.

Há anos se colabora para o técnico no Atlético errar.

Esse ano com contratações inexplicáveis como Brasão, Everton e Rodrigo Tiuí. O técnico não é obrigado a escalar, mas às vezes, é obrigado a pesquisar entulhos.

O Atlético, depois do campeonato, tem que mudar a filosofia. A opção imediata está na base e não nas contratações, que devem ser poucas, mas de qualidade. É uma forma de diminuir o risco do erro técnico. Adotando-se como referência o melhor momento do Atlético, parece que escolher a melhor formação é simples para Lopes: Galatto, Wesley e Márcio Azevedo, Nei, Manoel e Ronaldo, Chico, Miranda e Paulo Baier, Marcinho, e depois de domingo, Alex Mineiro.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias do estado do Paraná!
Seguir no Google