1) A 1.ª proposta do treinador Paulo Comelli para renovar com o Paraná foi de R$ 70 mil. Agora baixou para R$ 50 mil. Fora o dinheiro, quer prêmio por título estadual e um grande prêmio para classificar o Paraná para a 1.ª divisão.
Nada mais justo. O que é injusto é a exigência que fez: quer ser o único a dispensar e contratar jogadores. Diz que é da escola de Vanderlei Luxemburgo. Os empresários adoram Comelli. Por isso é que nunca fica desempregado.
2) Se dependesse de Paulo Jamelli, o Coritiba já teria um técnico: ele próprio. Seu grande sonho é virar treinador. Quando Dorival Júnior anunciou que não renovaria o seu contrato, o gerente ficou assanhado: “Bem que eu poderia dirigir essas três últimas partidas”, disse em uma conversa de aeroporto. Jamelli é muito ligado a Figer.
3) O nome de Adílson Batista tem que ser riscado dos planos do Coritiba para treinador. 1.º porque se tornou de ponta e deixou de aceitar salário mínimo. O 2.º motivo é o principal: o seu sentimento de atleticano o impede de ser tão profissional a ponto de dirigir o rival histórico. Se não ficar no Cruzeiro, Adílson volta para o Japão.
4) As reuniões no Atlético são diárias, em busca do comando do clube, que será eleito no dia 8 de dezembro. Para presidente do Conselho Deliberativo está indicado Gláucio Geara e para o Conselho Administrativo, Marcos Malucelli, que ficaria responsável pelo futebol. Seja quem for, Enio Fornéa Júnior e Mário Celso Petraglia integrarão o Conselho Administrativo.