Madson foi mandado embora porque bebeu 36 latinhas de cerveja, enquanto fazia tratamento médico no CT do Caju. Adotando a premissa que Madson sabe beber, portanto, é metódico, pergunta: qual o tempo que leva o consumo de uma latinha de cerveja?

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Sejamos razoáveis, em especial, tratando-se de Madson, que, é fato notório, é uma autoridade no consumo da cerveja: 5 minutos. Como ele tinha 36 latinhas, gastando 5 minutos por latinha usou o prazo de 3 horas para tomar todas.

O que eu quero perguntar é: não tinha ninguém no CT do Caju para impedir Madson de praticar esse desvio de comportamento como profissional?

Ao que me consta, um jogador que faz tratamento médico, o faz por supervisão de alguém. Das duas, uma: deixaram o jogador sozinho entregue à sua obsessão ou, se existia supervisão, era irresponsável.

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O caso de Paulo Rink não pode passar em branco, adotando-se a versão oficial de que ele ocupava o seu tempo jogando pôquer. Esse foi o motivo aparente, que seria razoável e justo, se não fosse um outro: Paulo Rink, que está bem longe de ser um exemplo de profissional, mexeu no vespeiro que são os segredos da compra de “Morro” García.

Disse Rink que o jogador foi observado por DVD e que Matosas, ex-idolo atleticano, disse que seria um risco muito grande investir 10 milhões de reais (foi o valor gasto com direitos, empresários, etc). Se Rink não tivesse denunciado o fato, poderia fazer tudo, inclusive jogar pôquer, à qualquer hora, e em qualquer lugar, inclusive no CT do Caju, que nada iria acontecer.

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Hoje à noite, sem cerveja e sem pôquer, sem Madson e sem Rink (o que não altera nada) o Atlético joga contra o Vasco. Mais uma vez com os resultados antecedentes da rodada lhe favorecendo. A obrigação de vitória que era grande, tornou-se mais ainda.