Cenário

Amanhã, à tardinha, quando já se foi à missa e já se almoçou com a família, atende-se outro compromisso do coração: ver o Atlético jogar na Arena. Agora contra o Iraty, um time tradicionalmente sempre bem acabado.

Contra esse adversário tinhoso, o Atlético vai jogar em seu melhor momento no campeonato. A nova formação tática com Valencia e o excelente menino Renan na proteção à zaga e marcação, coincidiu com a saída de Ferreira e entrada de Marcinho. Então, o meio-campo ficou mais forte e mais técnico. E a melhora do meio-campo, é princípio elementar no futebol, repercute diretamente em todos os outros setores do time.

E por coincidência, o Atlético volta à Arena em seu melhor momento, ganhando um cenário maravilhoso: o piso da segunda fase da Arena já concretado. A curiosidade me empurrou lá para dentro. É comovente, quando se constrói uma obra com autores anônimos pelo silêncio, embora identificados, para satisfazer um ideal.

Crise

O Paraná leva a sua crise para Toledo, onde ninguém ganha há muito tempo. O mais grave é que uma derrota passou a ser absolutamente natural, embora seja desastrosa. A diretoria manteve o técnico Paulo Comelli. Sei lá o motivo diante de panorama tão perigoso. Imagino dois: por vaidade para mostrar que não errou, ou porque tem esperança que o treinador mostre um pouco de bom senso, e peça demissão. Ganhando 45 mil por mês, Comelli tem uma cláusula que lhe remunera na rescisão.

Cartas

Entre as centenas de mensagens que recebi de atleticanos sobre a insegurança política criada por Petraglia, destaco duas: da jornalista Luciana Pombo e do advogado Sérgio Surugi de Siqueira. Luciana diz que eu não sei nem a metade da missa, e Sérgio explica as razões que o levaram a ir ao almoço na casa de Petraglia. Como são importantes, os temas serão tratados na próxima semana.

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