Não me comoveu a manifestação de Mário Celso Petraglia. Nem mesmo contra os Coxas. É que Petraglia, ao invés de limitar-se a contar a sua versão dos fatos, com uma oração chorosa faz uma exaltação de qualidades, que lhe faltam como dirigente. Esvazia o seu texto, quando se faz vítima da falta de ética e da traição. Mas essa questão já alcançou a irrelevância.

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Jogar no Couto Pereira ou na Vila Capanema, ser nômade em Joinville, Paranaguá ou Ponta Grossa, não vai alterar o sentimento do atleticano. Acostumado ao conforto da Arena da Baixada, ele simplesmente decidiu não correr aventuras em outro lugar. O público médio na Vila, em média, não passara de 5 mil pagantes. No Couto, não seria diferente. A exceção, talvez, apenas em jogos decisivos (Vitória, Guarani, Goiás, Ceará), ou o clássico, contra o Paraná.

O que Petraglia tem que fazer, e não faz, é ganhar a confiança do sócio. Aquele que se mantém leal ao clube, consciente que esse é um tempo de sacrifício, deveria ser incentivado a manter-se nesse estado para ter benefícios na nova Baixada. Mas não um incentivo retórico, mas uma proposta de benefícios concretos, em especial, de valores definitivos. Os sócios estão deixando de pagar porque sabem que quando reabrir a Baixada não terá considerada a sua lealdade.

O resto é conversa. No futebol, cada um cuida de si, ainda mais tratando-se de Atlético e Coritiba.

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De primeira

Guerrón, no México, e Rafinha, na China. Atlético e Coritiba têm mesmo é que fazer esses negócios

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A CBF marcou apenas três do Atlético para a Vila Capanema, porque ainda tem esperança de convencer o Coritiba para liberar o Couto para oito jogos, entre eles Vitória, Ceará, Goiás, Guarani e Avaí.