Antonio Lopes assumiu o comando técnico com o Atlético entre os rebaixados. Sem exigir a contratação de jogadores, respeitando os limites financeiros do clube, enfrentou um desafio, que um técnico nas suas condições pessoais de vida não precisaria enfrentar.

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A partir de Lopes no comando técnico e Riva na preparação física, o risco de rebaixamento diminuiu. A intervenção de Lopes no futebol do clube repercutiu diretamente no espírito do clube: o Atlético nunca mais esteve entre os quatro últimos colocados.

No entanto, Antonio Lopes está sendo vítima de uma campanha de uma velha raposa de rádio e televisão, que no abafadinho é chamado de Zorro. Ora porque não escala Raul na lateral direita, ora porque muda o sistema central da zaga, e se não tem um ou outro motivo, busca-se um terceiro.

A análise do trabalho de um treinador não pode ser dissociada das circunstâncias em que ele assumiu e é obrigado a desenvolvê-lo. Se a crítica se torna sistemática e sem motivação, porque está sendo feita mesmo em vitórias, passa a ser desonesta.

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Uma campanha que não tem o objetivo crítico.

Nota

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Não entendi Ney Franco. Quando o Coritiba ganhou do Náutico (2 x 0), no Couto Pereira atribuiu a si próprio nota 10.

Critiquei-o como presunçoso, não porque não tem o direito de falar de si próprio, mas porque ganhar do Náutico era uma obrigação técnica e de competição.

Provocado para atribuir uma nota pelo seu trabalho na vitória contra o Inter, Ney um pouco sem jeito, se negou. Foi melhor assim, pois a nota 10 que merece aplicado pelos outros, tem mais valor. Os 45 minutos finais do Coritiba contra os gaúchos foram os melhores do time nos últimos tempos. No momento do primeiro gol, chegou à perfeição.

De primeira:
A FPF e alguns clubes estão para praticar uma grande bobagem. Preparam uma ação na Justiça Comum para revisar o regulamento do campeonato estadual. A bobagem está no fato de que a ação tem que ser contra a CBF, pois a decisão que dá a interpretação pelo “efeito cascata” foi dada pelo STJD.

Atlético e Coritiba, por serem bem assessorados, usaram a máxima de Biro-Biro: “Me inclua fora dessa”.