O Atlético jogava mal e perdia para o Londrina, porque fora mal escalado. Em um jogo que precisava vencer praticava excesso defensivo com Deivid, Juninho e Zezinho. Quando parecia perdido, e já sem Juninho e Zezinho, o Furacão virou. Com uma versão juvenil da santíssima trindade formada por Nathan, Harrison e Marcos Guilherme, jogou quinze minutos que nunca jogara nesse campeonato. Ganhou de 3×1, e deixou a sensação que perder por uma diferença de um gol em Londrina é um direito que se confunde com o impossível. Marcos Guilherme voltou a ser fantástico.

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O Furacão já havia ganhado, quando o Coritiba entrou para jogar com o Maringá com a obrigação de ganhar com dois gols de diferença. Uma vitória assim, para esse time do Coritiba não é pouca coisa. O time é fraco, fica ainda mais reduzido quando Alex é marcado, e não pode depender das idéias do seu técnico.

E o Coxa, que já enfrentava esses limites, criou um emocional. Jogando de amarelo, piorou as coisas. Sem time e sem a mística da camisa alviverde, transformou-se em um time absolutamente comum. Visto assim pelo Maringá, o máximo que conseguiu foi empatar um jogo que merecia perder, 1×1.

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