O Atlético precisa ganhar do Libertad. Não é só porque o time paraguaio é o mais fraco do grupo, mas porque só a vitória pode lhe dar a tranqüilidade para livrar-se do temeroso improviso proposto para esse início de temporada.

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Imagine que o Atlético não ganhe. Irão vaiar, pedir reforços, o que tornará inútil o grupo que veio, e colocar suspeitas definitivas no trabalho de Mior.

Mas é melhor não imaginar a derrota. E apesar de tudo, é possível imaginar apenas a vitória, porque na Arena sob pressão, o Atlético tradicionalmente se supera.

Com Fernandinho de volta, deve jogar mais do que vem jogando. Apesar de não treinar dez dias, e chegar do frio de trinta graus negativos na Ucrânia, o menino sempre é um impulso diferente para um meio-de-campo que não cria. Espera-se apenas que Fernandinho não se influencie pela expectativa de ir embora em junho. Kléberson foi um desastre neste período de transição de vida.

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Resta saber se Mior está convencido de que Denis Marques está mal colocado em campo. Ao invés de jogar enfiado, precisa voltar porque com a bola e o domínio em velocidade, é a grande opção para chegar ao gol.

Talvez, o Atlético comece hoje a jogar em 2005. Precisa, porque senão o ano começa a terminar. E estamos ainda em março.

Inexplicável

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Sou convidado para no final da tarde ir à Câmara Municipal participar da homenagem ao presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol Nicola Leoz.

Senti-me tratado como um menino ingênuo. Perguntei-me: será que os vereadores não me conhecem para fazer tão gravoso convite? A homenagem foi despropositada porque era imotivada. Nicola Leoz não tem nenhuma relação com Curitiba. É um péssimo exemplo de dirigente que se eterniza no cargo, e dele direta, indiretamente, voluntária ou involuntariamente usufrui.

Será que os vereadores não têm mais o que fazer, se têm muito a fazer?