O sem igual Juca Kfouri, no seu Blog do Juca (UOL), imaginou a bula do remédio que está sendo usado para ser aplicado como solução para definir situações deste campeonato.
Expressa Juca:
BULA
Quer saber como funciona?
É simples assim.
O chefe telefona para o árbitro e diz:
“Olhe, você vai apitar o jogo X, o mais quente da rodada. Muita atenção, hein? Você sabe que se o time A perder é o fim pra ele. Já o B ainda tem lenha para queimar. Boa sorte!”.
Como para bom entendedor, pingo é letra…
A interpretação da bula do Juca, não é tão simples assim. Serve somente para os jogos que decidem o título e a vaga para a Libertadores, ou serve, também, para jogos que possam implicar no rebaixamento dos times.
Veja só o caso do jogo da Arena. De um lado, o Atlético apertado por ainda correr risco (pequeno, mas tem), de rebaixamento; do outro, o poderoso (politicamente falando) Cruzeiro querendo jogar a Libertadores, e remotamente sonhando com o título.
Se por possível uma interpretação gramatical da bula do Juca, o jogo de hoje na Baixada, como dizem os árbitros que se fazem de sérios “será no pau”. A derrota irá constrangê-los.
Santos
É tradição, que em regra, é mantida na prática, que jogar em casa é melhor que jogar fora. Trato do óbvio para chegar no mais importante: o Coritiba tem apenas um ponto a mais que o Atlético, mas joga amanhã em Santos e depois em Belo Horizonte contra o Cruzeiro, e termina com o Fluminense, no Couto Pereira.
Se perder os dois jogos fora, terá para si no último jogo, o mesmo princípio que com certeza terá o Fluminense: vida ou morte. Isso significa, que o ponto que o Coritiba tem de vantagem do primeiro time antes da zona mortal (o Atlético), tem que ser desconsiderado nesse momento. Só terá influência se não perder na Vila Belmiro.