Bastidores
1.º O Coritiba indica um dedo para a reforma do Couto Pereira, e todos eles para o terreno onde era o Pinheirão. Explico: oficial ou não, houve uma conversa com o novo proprietário do imóvel do Tarumã. Foram apresentados ideias, desenhos, quase em projetos, para edificar uma construção de natureza mista, esportiva e comercial. O Coritiba pediu e ganhou um prazo até o próximo setembro para formalizar a proposta.
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2.º Um dia desses foi noticiado que o Tribunal de Contas da União estava pretendendo dar um aperto na sociedade CAP S/A, que é a gerente das obras da Baixada. O relatório publicado não causou nenhum impacto. E nem poderia, pois, sem exceção, nenhum Tribunal de Contas tem suas decisões. No mínimo, são derrubadas no Judiciário. O TCU, por exemplo, foi quem concluiu que no mensalão não se usou dinheiro público.
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3.º Antes de maio, a CBF vai sugerir que o Coritiba empreste o Couto Pereira para o Atlético jogar os grandes jogos do Campeonato Brasileiro. Há quem garanta que desta vez o Coxa vai pelo menos abrir diálogo e fazer preço. Além da reaproximação entre Vilson Ribeiro de Andrade e Mário Celso Petraglia, coordenada por Joel Malucelli, está havendo influência de politicos. E potencial construtivo é que não falta para incentivar acordos.
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4.º Não se toma nenhuma decisão importante no Paraná, sem passar pelo advogado Juliano França Tetto, que abre e fecha qualquer negócio. Seu prestígio cresceu ao coordenar o leilão do Palestra, desde a avaliação e até o preço final arrecadado. Tetto para presidente, já clamam na Vila.