1. Basta a Polícia Militar impor e pronto: o jogo do Pinhão entre Coritiba e Paraná será só com a torcida coxa. A autoridade estatal não está submetida a regulamentos de qualquer entidade privada. E é isso que a Polícia deve e tem que fazer. O que não pode é ficar esperando uma decisão da Federação Paranaense de Futebol ou do Tribunal de Justiça Desportiva. Covardes, sequer levantam para lavar as mãos.
  2. O sangue de jogador passou nas veias de Nivaldo Carneiro. Na condição de presidente do Sindicato dos Atletas do Paraná enviou nota à Federação Paranaense de Futebol e ao Tribunal de Justiça Desportiva, da preocupação da sua entidade com o risco físico que os jogadores do Coritiba e do Paraná irão correr no clássico do Pinhão. Grandioso o ato de Nivaldo.
  3. Não acredito que Leonardo Oliveira vá renunciar à presidência do Paraná. A proposição partiu dele próprio, às escondidas, para provocar uma reação pública da sua torcida. Deve ter sido inspirada na versão sem filtro do “Fica Petraglia!”. E não é só por isso: a renúncia implicará na perda do salário de R$ 25.000,00 que recebe como interventor judicial do ato trabalhista. Ganhar um salário com esse valor só os grandes executivos no Brasil. Por isso, não quer só ficar, como quer derrubar Casinha, o presidente do Conselho Deliberativo.

4. Essa política do Paraná é comovente!Na noite de terça-feira, quando fez 95 anos, o Athletico mostrou que é um clube de contrastes: enquanto na Baixada, um Athletico vestindo Armani, comandado por Mário Celso Petraglia anunciava a parceira com o Banco Renner, no restaurante Madalosso, mais de 500 atleticanos, de todas as classes sociais, festejavam o Furacão e homenageavam Sicupira, o maior artilheiro da história.

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A grandeza do Furacão é explicada por esses contrastes. A parceria com o banco do bispo Edir Macedo é assunto para outro dia.

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