Atl

Em tese, foi tudo muito bem planejado e executado: Petraglia e Fleury se afastaram do futebol, Mário Sérgio e Edinho foram demitidos, Marcos Malucelli assumiu o futebol com poderes, e atendeu o reclamo mais caro e apaixonado da torcida, que era a volta de Geninho, alguns dissidentes deram um brado popular identificando-o como união, e então permite-se anunciar a esperança: o novo Atlético estará em campo.

Este novo Atlético tem um grande pedaço do velho, não se iludam. Não do velho recente, mas daquele mais antigo, em que as soluções eram improvisadas por serem impostas por movimentos populares de angústia e desespero.

Tudo que parecia simplista para o velho Atlético, foi adotado pelo novo. E é aí que surge a questão mais importante, e que parece foi desprezada por todos: no futebol informatizado, empresariado e comercializado como um negócio global extraordinário é possível alcançar objetivos pelo improviso?

O Atlético conseguirá se livrar do rebaixamento, presumo e é o que eu quero. Como só a vitória salva, a justificativa serão esses fatos improvisados e executados da noite para o dia.

Não sei se o velho Atlético ainda é bom para os atleticanos.

Nova arena

A diretoria guarda em segredo, e se possível irá negar para não quebrar o impacto do anúncio, que possivelmente será feito no próximo dia 12 de outubro, aniversário do clube.

A empresa, que construirá a Arena Multiuso do Palmeiras, ofereceu um projeto para modernizar o Estádio Couto Pereira, que seria transformado em uma arena, com capacidade para 42 mil lugares, com custo aproximado de R$ 220 milhões.

O benefício financeiro do uso e exploração do estádio seria todo da empresa construtora durante 30 anos, como será com o Palmeiras. Como o interesse da empresaé  para comercializar os estádios que irá construir para a Copa do Mundo, entregaria o novo estádio, em dezembro de 2010.

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