1º – O presidente Mário Celso Petraglia foi a Brasília, no último dia 16, com um objetivo: pedir a um banco estatal crédito a fundo perdido, em nome do Atlético. Em troca, o Atlético emprestaria todo o complexo da Baixada (arena e areninha) ao Governo Federal e ao Comitê Olímpico para algumas competições das Olimpíadas em 2016. Apenas para lembrar, créditos a fundo perdido são recursos disponibilizados por um banco sem perspectivas de reembolso.

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Petraglia voltou faceiro. (Só para alertar os advogados de Petraglia, que faceiro não é ofensa. Significa feliz, alegre, contente e orgulhoso. Então, não precisa pedir explicações).

2º – Vieram me contar que o gerente de marketing do Atlético, Mauro Holzmann, será agora o responsável direto pela administração da Baixada. Já estava na hora de fazer alguma coisa concreta para justificar o salário e as comissões que ganha no Atlético. A propósito, o Atlético é tão grande que se torna inusitado: o diretor de marketing ganha mais do que o artilheiro do time. O que não entendo é que o mesmo Holzmann, há um ano, deu uma entrevista justificando a contratação dos americanos para administrarem a Baixada. Disse: “É que nós não entendemos nada administração de estádios”.

Uma coisa é certa: Holzmann só faz o que Petraglia manda. Ainda bem!

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3º – Vieram me contar, que o senhor Márcio Lara, cuja empresa do qual é sócio, é fornecedora de lâmpadas para a Baixada (de qualidade, aliás) definitivamente assumiu a direção de futebol do clube. Como diria o Cumpade Washginton, no comercial do “Bom Negócio”: “sabe de nada, inocente”.

Saber de futebol Lara não sabe. Inocente? Há controvérsia!

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