1ª – Não sou contra o jogador veterano, porque seria, também, uma forma de discriminação. Sou contra a contratação de veterano pelo critério da exclusão de mercado, que o Atlético usou para trazer Grafite, Lucho González, que já era tratado como ex-futebolista na Argentina e Eduardo da Silva. Vejam o caso de Kléber, do Coritiba. Há no clube, algum jovem, que renda nesse momento o custo benefício que o Gladiador está rendendo? Qualquer ângulo que seja analisado, resultado como uma figura importante dentro do time coxa. E não obstante, Kléber em agosto fará 34 anos de idade.
2ª – O lateral direito Jonathan saiu em defesa do treinador Eduardo Baptista, do Atlético. Nem ele e nenhum outro jogador precisa ter essa preocupação, pois Baptista não é culpado pela situação constrangedora de lanterna que o clube ostenta. O grande culpado agora e o será por um bom tempo, é Paulo Autuori. Durante um ano, Autuori teve a caneta para contratar, dispensar e moldar o time de acordo com a sua visão tática do futebol. Fez tudo errado. Fez horrores.
3ª – Houve um tempo, em que um time para contratar um jogador que lhe interessava, tinha que levar outro. Esse era chamado de contrapeso. Para não forçar a memória, lembro de imediato que Alex Mineiro foi o contrapeso do negócio do Furacão com o Cruzeiro, que levou o meia Marcos Vinícius. O Atlético tinha como prioridade no negócio um meia, que se não me engano, era Amorim. O resto da história todos sabem. Bem, agora, no Coritiba, o contrapeso atende pelo nome de Galdezani. O clube queria Jonas, mas o empresário condicionou o negócio, desde que Galdezani, também, ganhasse um contrato. Não sei qual vai ser o resto da história.
4ª – Quem me conhece sabe que eu sou desprovido de qualquer orgulho. Mas por direito, tenho lá minhas vaidades. Recebo do editor Cristian Toledo o relatório de audiência de blog no mês de maio: 152.014 acessos.

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