Alternativa

Quando um time comemora um empate, é sinal de que as coisas vão mal. É o que acontece com Atlético e Coritiba: fazem de conta que jogam, mas bem analisados, o sacrifício pelo empate alcançado não sinaliza virtudes e sim defeitos.

Os dois hoje vivem mais de marketing do que de futebol. O Atlético um dia anuncia a compra de imóveis, e o Coritiba no outro o pagamento de uma dívida.

Concordo que é impossível fazer tudo ao mesmo tempo, embora o Atlético até abril de 2002 comprasse, revelasse, construísse e ganhasse títulos. Mas sacrificar-se para ter o empate como consolo dentro de casa, é sinal definitivo de que o risco de perigos existe e é incontestável.

Atlético e Coritiba precisam voltar a fazer sacrifícios, mas para ganhar. E sacrifício para a vitória não cria traumas como os que são feitos para empates.

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Veja só a situação do treinador Antonio Lopes. Recebeu um aceno do Corinthians, que é o adversário do Atlético amanhã. Alguns acenos se transformam, são compreendidos apenas com fatos. No caso, seria o Atlético ganhar do Corinthians amanhã no Pacaembu.

E se ganhar Lopes vai embora?

Não conheço pessoalmente Lopes. Apenas a sua história. Pelo que eu sei, não cede a um encanto qualquer e já enfrentou todos os desafios que um técnico pode ter em sua carreira.

Seja o que Lopes estejam pensando, o Atlético precisa pensar mais e mais rápido. A saída do treinador neste momento seria um desastre.

De primeira: Atendendo um pedido dos governos de países do Leste europeu, a Fifa passou a investigar todos os negócios com aqueles países. O Brasil está na rota.

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