Dizem que jogo não se ganha na véspera. Há dúvida. Mas se perde. É certeza.

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O Internacional perdeu na véspera para os congoleses do Mazembe. Talvez, tenha perdido bem antes, ou quando seu treinador Celso Roth começou a pregar uma igualdade de virtudes com os africanos, por conta do clichê da globalização.

Os jogadores acreditaram tanto que deformaram a si próprio. Revezaram cautela com medo, respeito por renúncia. Só que a cautela e a renúncia tiveram tanto predomínio, que foi descartada até a maior virtude, que é a alma gaúcha.

Resultado: foi derrotado por um inapelável 2 x 0, e eliminado do mundial de Abu Dhabi. No segundo gol africano era de perguntar: e se fosse o Grêmio? Quando não se tem esperança, resta ainda a ilusão. Só que desta vez Adriano Gabiru não estava lá.

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Escolha

O futuro governador do Paraná, Beto Richa, querendo ser objetivo no projeto de Curitiba como uma sede da Copa do Mundo de 2014, escolheu como secretário Mário Celso Cunha.

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Foi objetivo, porque o Mário Celso não tem espírito apenas de atleticano, mas de esportista. Radialista tradicional, vereador por adoção de um eleitorado fiel, Mário Celso tem a oração que faltava na execução do projeto.