1º) Na Baixada, às 19h30, contra o Vasco.
Uma novidade, boa, aliás: depois de um longo tempo (quase um século para os apaixonados), o Atlético joga no Brasileiro, fora da zona de rebaixamento. Por um critério de vitória, e não de pontos, é verdade. Mas o estrago que Petraglia e Diniz fizeram foi tão grande que qualquer critério desde que desempate e afaste o Furacão do risco, é o infinito.
Há uma outra novidade: depois das críticas, inclusive deste blog, houve uma melhora do sistema biométrico. As filas continuam, mas já não são longas. Já é alguma coisa, mas não é o bastante. É preciso, que se adapte o regulamento do sistema à lei, não restringindo mais o direito de uso do sócio.
Tornado legal o sistema, não tenho dúvida que em pouco tempo o quadro associativo voltará a crescer e a torcida vai aumentar na Baixada.
2º) O presidente Samir Namur estaria confessando a amigos que se um grupo de coxas tradicionais aceitasse assumir o comando do Coritiba, ele poderia até pensar em renunciar ao cargo. Não consegui ter o alcance da confissão, mas que é certeza de que os dirigentes estão temerários com o futuro do clube, não escondem e não negam.
Mais qual seria o significado de “coxa tradicional”?
Não projeto necessidade de tamanho sacrifício que é a renúncia.
O Coritiba tem o Conselho Consultivo, constituído por ex-presidentes, que presumo sejam “coxas tradicionais”. Basta reuni-los e discutir os problemas do clube. Garanto que, entre eles, não há ninguém que queira o cargo. Afinal, são coxas tradicionais e só querem ver o bem do clube. E do debate sairá solução, pois todos eles, em um dado momento, também erraram. E aprenderam.
3º) Da primeira entrevista do novo gerente de futebol do Coritiba Paulo Pelaipe destaco a seguinte frase. “A maioria dos grupos (times) já está formado e é uma parte do ano que começamos a pensar em 2019”. O que o gerente não explicou é para qual divisão do Brasileiro de 2019 esse pensamento está projetado.