Na próxima terça-feira, dia 31, os conselheiros do Atlético foram convocados para tratar do processo de construção da Arena da Baixada para a Copa do Mundo de 2014. Mário Celso Petraglia fez promessa aos 30 torcedores que foram ouvi-lo no Hotel Caravele de que irá.
Doático Santos, mentor da programação, fez esse roteiro: Petraglia irá se encontrar com conselheiros (ele espera no mínimo 40) na Boca Maldita, e em carreata, seguirá para a Baixada. Lá o estará esperando uma bandinha tocando o hino do Atlético para ambientar a chegada num clima de que “deus voltou”.
Petraglia irá acompanhado de uma assessoria técnica de engenharia e financeira. Depois de sustentar as suas ideias e as suas razões, irá fazer a seguinte proposta para o Atlético construir a Arena: vai garantir que com 150 milhões de reais ele executa todo o projeto exigido pela Fifa. E dirá: “O que passar de 150 milhões, eu garanto com meu patrimônio pessoal”, como falou no encontro de segunda-feira.
Não sou sócio, não sou conselheiro e como torcedor ando a meio pau. Dou uma opinião, isento, por itens:
A) É obrigação de todos os atleticanos ouvirem o que Petraglia tem a dizer e a propor. É preciso desarmar os espíritos, afastar questões pessoais e políticas, sobrepondo os interesses do Atlético. Por isso, entendo que antes da reunião dos conselheiros deveria ter um encontro entre a diretoria e Petraglia.
B) Sendo esta proposta de Petraglia irrecusável, as coisas deveriam ser adiantadas. Ele próprio deveria levar toda a documentação de seus bens e a prova da inexistência de ônus. E o clube convocar um tabelião de notas (sugiro Luiz Gonzaga da Mota Ribeiro, 9.º Tabelião, que além de fé pública tem fé atleticana) para lavrar a escritura de confissão de dívida com garantia hipotecária. Não se pode esquecer que o valor dos bens dados em garantia tem que representar o dobro do valor principal.
De primeira
O Atlético dispensou quatro zagueiros: Gabriel, Dalton, Hugo e Flávio. Hugo nem chegou a conhecer o vestiário da Baixada. E o presidente Malucelli via tudo e não fazia nada. E os mentores dessas contratações, onde andam?