Um torcedor atleticano de nome Binho, que escreve no Portal Banda B, do deputado Luiz Carlos Martins, que recebe recursos públicos, omitindo meu nome, que é prova de covardia, insinuou que faço críticas à construção da Baixada, aproveitando-me de resultados ruins do Furacão.

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Entre os meus defeitos não está o de desvalorizar os meus sentimentos e reduzir os meus valores. O Atlético, nunca escondi, está entre eles, embora não seja o mais importante face a minha familia, o meu trabalho, o meu direito à liberdade e os meus amigos.
O que critico é a obra inacabada de Petraglia em razão da omissão das coisas mais simples de uma construção, que é o acabamento. Não há explicação quando o custo de 400 milhões de reais e a alienação por hipoteca de todo o patrimônio do Atlético.

As críticas que eu faço são baseadas nos fatos que o próprio Petraglia provoca. A irresponsabilidade na condução do processo da colocação do teto retrátil não tem origem em interpretação pessoal, mas dos maiores técnicos. Por não ser mais automatizado, terá que ser em “tampão” fixo, impedindo a influência da natureza pelo sol e pela chuva no gramado. E, então, Petraglia como se a Baixada fosse sediada na Rua dos Bobos, número zero, como “A Casa”, de Vinícius de Moraes, quer trocar a grama natural por grama sintética.

Desimpedido

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Rogério Bacellar entende que não haverá conflito entre a sua função de notório com a de presidente do Coritiba, desde que eleito. Escrevi e deixei bem claro, que se não há conflito legal (e estou convencido) pode existir conflito no exercício das duas funções. Não me foi explicado se com a oposição no comando, o Coritiba terá uma administração profissional, comandada por um presidente executivo. Nesse caso não haverá conflito.
O que está ocorrendo é absoluta falta de debate.

Daí a minha curiosidade em saber o que pensa Ricardo Guerra, que é a cereja do bolo da chapa de oposição.

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