Apelidos das ruas

Foto: Lineu Filho

[mks_dropcap size=”68″ bg_color=”#ffffff” txt_color=”#861115″]R[/mks_dropcap]eza a lenda que a Rua Teffé, no Bom Retiro, é a primeira rua temática de calçados do Brasil. A tradição começou há 20 anos, com pequenas lojas de ponta de estoque. Com o passar do tempo, os comércios de sapatos foram mudando de perfil e hoje vendem lançamentos, além de acessórios e também confecções. Atualmente, os mais de 20 estabelecimentos ocupam também a Rua Emílio de Menezes.

Rua do cachorro-quente

Foto: Lineu Filho
Foto: Lineu Filho

[mks_dropcap size=”68″ bg_color=”#ffffff” txt_color=”#861115″]A[/mks_dropcap] Rua Holanda, no Boa Vista, é endereço certo para quem procura um lanche rápido e barato para matar a fome da madrugada. A via, continuação da Rua México, concentra várias barraquinhas de cachorro-quente, que começam a servir o pão com vina depois que o sol se põe. A rua foi denominada Holanda em 27 de setembro de 1954, em homenagem aos Países Baixos.

Rua dos chorões

Foto: Lineu Filho
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[mks_dropcap size=”68″ bg_color=”#ffffff” txt_color=”#861115″]A[/mks_dropcap] tradicional arborização da Rua Professor Fernando Moreira, nas Mercês, lhe rendeu o apelido de Rua dos Chorões. A espécie (Salix babylonica), também conhecida como salgueiro-chorão, oferece sombra e beleza à paisagem do lugar. O nome oficial da via homenageia um professor mineiro nascido em 1867. Após se mudar para o Paraná, Fernando Augusto Moreira criou a Faculdade de Direito da Universidade de Direito do Paraná.

Rua das noivas

Foto: Lineu Filho
Foto: Lineu Filho

[mks_dropcap size=”68″ bg_color=”#ffffff” txt_color=”#861115″]C[/mks_dropcap]onhecida por oferecer diversidade a quem precisar comprar ou alugar trajes de festas, a Rua Ubaldino do Amaral foi assim batizada em homenagem a um advogado e político nascido na Lapa, em 1842. Ubaldino do Amaral Fontoura graduou-se em Direito em São Paulo e teve participação intensa nas letras e na imprensa. Foi presidente do Banco do Brasil, diretor do Banco da República e ministro do Senado Federal, entre outros cargos.

Rua dos brechós

Foto: Lineu Filho
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[mks_dropcap size=”68″ bg_color=”#ffffff” txt_color=”#861115″]R[/mks_dropcap]oupas vintage estão na moda e podem ser encontradas aos montes em duas ruas do São Francisco: Mateus Leme e Paula Gomes. Mateus Leme, bandeirante paulista que se embrenhou rumo ao Paraná no século XV, fundou Curitiba em 1693. Já Francisco de Paula e Silva Gomes viveu no século XIX, e foi um dos grandes batalhadores pela elevação do Paraná à categoria de Província.

Rua das concessionárias

Foto: Lineu Filho
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[mks_dropcap size=”68″ bg_color=”#ffffff” txt_color=”#861115″]M[/mks_dropcap]ais de 20 revendedoras de automóveis fizeram com que a Rua General Mário Tourinho, no Seminário, passasse a ser conhecida como a rua das concessionárias. General Mário Tourinho nasceu em Antonina, em 1871. Lutou na Campanha do Contestado e ocupou os cargos de diretor do Arsenal de Guerra de Porto Alegre e comandante da Força Pública do Estado do Paraná. Foi um dos fundadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e faleceu aos 93 anos de idade, em 1964, ano em que teve início a ditadura militar no Brasil.

Rua das malharias

Foto: Lineu Filho
Foto: Lineu Filho

[mks_dropcap size=”68″ bg_color=”#ffffff” txt_color=”#861115″]A[/mks_dropcap] Rua Doutor Bley Zornig, no Boqueirão, reúne mais de uma dúzia de malharias, espalhadas entre as ruas Anne Frank e Carlos Essenfelder. Os comerciantes, estabelecidos há mais de duas décadas, vendem tecidos de diversos tipos, de algodão a matéria-prima para biquínis e roupas fitness. Bley Zorning, que empresta o nome à via, foi médico da Caixa dos Ferroviários e da prefeitura municipal de Curitiba.

Avenida das Torres

Foto: Lineu Filho
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[mks_dropcap size=”68″ bg_color=”#ffffff” txt_color=”#861115″]A[/mks_dropcap] Avenida Comendador Franco, no Uberaba, ganhou a alcunha de Avenida das Torres por causa dos cabos de alta tensão da Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel) ao longo de seus 18 quilômetros, que ligam Curitiba a São José dos Pinhais. No entanto, na semana passada o governo estadual anunciou que vai retirar as torres e superpostes e substituí-los por uma linha subterrânea. Comendador Antônio Martins Franco foi vereador de Curitiba por vários mandatos, em fins do século XIX.

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