Ratos e gambás

Há meses, moradores do bairro Bacacheri têm reclamado do mato alto que tomou conta das margens do rio que leva o mesmo nome do bairro. De acordo com os moradores, além da proliferação de ratos e gambás, a situação tem favorecido assaltantes, que aproveitam o mato para surpreenderem suas vítimas.

O presidente da Associação de Moradores Conjunto Residencial Solar (Assolar), Luiz Tadeu, responsável pela mobilização dos moradores da região do Bacacheri, diz nem se lembrar da vez em que ocorreu a última poda. Além do matagal os moradores se queixam por nunca serem atendidos ao buscarem a administração municipal. “Muitos moradores partiram para reclamar para prefeitura pelo telefone 156, porém, nunca houve resposta. E este serviço deveria ser rotineiro, com agenda para o ano todo”, se indigna Tadeu.

Apesar da revitalização realizada no rio Bacacheri nos últimos anos através do Projeto Amiriba, o presidente da associação defende que haja mais atenção da prefeitura à região. “Os moradores se engajaram, junto à prefeitura, para melhorar a condição do rio, que era absolutamente péssima. Mas essas cobranças fazem parte para que aquela situação de descaso não se repita”, lembra o presidente.

Membro da associação desde 1993, Tadeu afirma que em função da limpeza que o rio sofreu, não existem tantas pragas. Mas, devido ao mato, andar pela passarela que atravessa o rio de noite se tornou perigoso. “Alguns moradores preferem dar uma volta maior para atravessar o rio e não correr risco de passar pelo matagal. Já tivemos muitas tentativas de assalto nos últimos meses”, conta.

De acordo com a prefeitura, a Regional Boa Vista, já havia programado roçada na região  três dias após a reportagem ir ao local. A prefeitura ainda informou que a última roçada na região havia ocorrido no final de dezembro do ano passado.

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