A semana de moda mais importante do mundo termina hoje em Paris. É lá que as maisons mais tradicionais, como Chanel, Balenciaga, Christian Dior e Givenchy, se unem a algumas das mais importantes marcas da atualidade, como Alexander McQueen e Viktor & Rolf, para lançar suas novas coleções.
São mais de dez desfiles por dia. A maratona começa cedo, por volta das 9h30 da manhã, e vai até dez da noite, num vaivém frenético que se estende madrugada adentro, com as festas só para convidados ?vips?. E gente famosa na moda brasileira faz parte da lista de convidados.
Na terça, Balenciaga comemorou o sucesso do desfile na boate Neo, frequentada por Gisele Bündchen. Na quarta, na festa do badalado fotógrafo Mario Testino, Pedro Lourenço (filho dos estilistas Glória Coelho e Reinaldo Lourenço) era o mais jovem convidado.
O pai dele, Reinaldo Lourenço, conversava com Tufie Duek (Forum), que vende a linha de luxo que leva seu nome no Bon Marché, loja chique de magazine de Paris, quando Lagerfeld apareceu, como sempre, de óculos escuros, rabo-de-cavalo e vestindo P&B: black jeans desgastado, uma malha em cru e paletó preto. Um figurino que de tão despojado seria acusado de sem graça – se não fosse ele o ?kaiser? da Chanel.
Ankle boots
A botinha ajuda a alongar a silhueta se for usada com meia-calça da mesma cor ou calça com boca bem justa.
Legging
A legging volta nesse inverno e combina com túnicas, minissaias, camisetas longas e vestidos até a altura do joelho. Parceira ideal para os tricôs enormes do frio e parkas.
Bubble
Minis
As saias e, principalmente, os vestidos ficam curtos no inverno.
A vantagem é que existem as meias grossas para ?disfarçar? pernas não tão em dia e espantar o frio.
Vestido trapézio
A melhor aposta dos estilistas no inverno é o corte trapézio, que aparece em vestidos e casacos. O trapézio favorece quase todos os tipos de corpo, principalmente o de quem está acima do peso. As baixinhas precisam cuidar com o comprimento: nunca abaixo do joelho.
Pele
Novela nova
Na trama escrita por Gilberto Braga e Ricardo Linhares, Olavo é guiado pela cobiça e a inveja de Daniel, o preferido do rico empresário Antenor ( Tony Ramos) na sucessão das empresas.
Essa é a segunda novela do ator. ?Quando comecei, senti diferença em relação ao cinema. Mas já me acostumei e estou adorando o veículo?, justifica. Wagner acredita que, ao fazer tevê, o ator aprende a ficar mais ágil e a trabalhar com o tempo curto.
Carla Neves – PopTevê
Raio X
P – O que é melhor: fazer o vilão ou o mocinho?
R – Acho que o ator tem de fazer coisas diferentes sempre. E o vilão é muito bom de fazer porque não tem moral. Você pode esculhambar. É um tipo de personagem que dá mais pedal para o ator enlouquecer.
P – Como você definiria o Olavo?
R – Ele é muito invejoso! Não aceita que o Daniel ocupe um espaço na empresa que ele achava que deveria ser dele por direito. Afinal, ele é sobrinho do Antenor, personagem do Tony Ramos, e o Daniel é filho do caseiro!
P – Você se espelhou em algum vilão para compor o Olavo?
R – O Gilberto (Braga) me deu um filme para assistir, O colecionador, de William Wyler, que é sobre um cara que rapta uma mulher, a leva para a casa e a deixa trancada até que ela comece a gostar dele. Ele tem uma doença. E o meu personagem em Paraíso tropical também é doente. A relação do Olavo com a mãe, feita pela Vera Holtz, é péssima. Como ele conseguiu subir na vida, a mãe e o irmão vivem em torno dele, porque ele ficou rico. Mas ele trata os dois muito mal. Ele acha que pode tratá-los assim porque tem dinheiro.
P – Você continua fazendo filmes em paralelo à novela. Como tem sido a sua rotina de gravação?
R – Pois é. Tenho me dividido entre as gravações da novela e do filme Romance, de Guel Arraes, que vai estrear este ano. Outros três filmes em que atuo também vão estrear em 2007: Ó, pai, ó, de Monique Gardenberg, Saneamento básico, de Jorge Furtado, e Tropa de elite, do José Padilha.
PopTevê
Thaíssa faz rir
Moradora do Méier, zona norte do Rio de Janeiro, a atriz de 24 anos conta que, assim que soube que interpretaria uma feirante, foi conhecer as feiras livres. ?Percebi que eles falam alto e têm gírias bem próprias.? Mas sua principal preocupação foi adequar o linguajar dos ambulantes de hoje ao modo de falar dos anos 50s. Afinal, mesmo em um lugar sem maiores regras de etiqueta, naquela época havia um compromisso maior com a formalidade. ?Sigo fielmente o texto, e adaptei o que vi a tudo o que aprendi sobre a década de 50?, explica.
A missão de fazer rir ela garante que soube, desde o início, que tiraria de letra. Sem falsa modéstia, a atriz diz ter adquirido o ?tempo? para a comédia no teatro. Foi nos palcos que, desde os 13 anos, ela viveu vários tipos cômicos. Na tevê, este é o primeiro ?papel de verdade? de Thaíssa, que já fez muitas participações em novelas da Globo.
?Meu sonho é viver uma Gabriela, por exemplo. Pena que quase não escrevam mais tipos assim, porque meu perfil se encaixa perfeitamente nestes papéis?, lamenta.
Fabíola Tavernard – PopTevê