Não acho o Dia de Finados um dia triste. O Dia dos Mortos é uma das boas oportunidades de lembrarmos daqueles que partiram e deixaram saudades. Um ente querido, um amor perdido. Lembrar das coisas boas vividas ao lado daqueles que já partiram é uma oportunidade de aplacar essa saudade. Sempre que vejo imagens como essa, captada pelo nosso grande Átila Alberti, lembro de uma canção que meu velho pais cantava pra gente quando eu era pequenino. Era uma livre adaptação da música do Alvarenga e Ranchinho, que reproduzo a seguir. “Eram duas caveiras que se amavam. E à meia-noite se encontravam. Pelo cemitério os dois passeavam. E juras de amor então trocavam”. E por aí vai. O amor não encontra resistência no tempo. (Eduardo Luiz Klisiewicz)