O médico observa o exame do paciente e diz:
— Sinto muito. O senhor só tem mais três meses de vida.
— Não pode ser! É muito pouco tempo, eu nem vou conseguir pagar a consulta.
— Bem, nesse caso eu lhe dou mais três meses.
***
Perna maior
O homem pergunta ao médico:
— Doutor, eu manco porque tenho uma perna maior que a outra. O que o senhor faria nesse caso?
— Bem, provavelmente eu mancaria também!
***
Pequeno pedido
— Oi, amor! Nossa, como você está cheiroso! — diz a mulher, toda dengosa, ao marido.
— O que foi, Valquíria?
— Nada! Não posso elogiar você, não?
— Fala logo, Valquíria.
— Ai, amor, que bobagem. Mas, sabe, eu queria mesmo pedir uma coisinha… Posso?
— O que é dessa vez?
— É uma coisinha bem pequena…
— Fala logo, Valquíria…
— Compra um rádio de presente para o seu docinho aqui?
— Ah, só um rádio! — responde ele, aliviado — E que tipo de radio você quer, querida?
— Ah… Pode ser um daqueles que tem um carro por fora!
***
Filho perfeito
O pai bêbado orgulhoso diz para o amigo:
— Eu tenho o filho que todo pai quer ter.
O amigo desconfiado pergunta:
— Hum, vamos testar… Ele fuma?
— Não.
— Ele bebe?
— Não.
— Ele chega tarde em casa?
— Não.
— Poxa, agora eu acredito.
Quantos anos ele tem?
— Vai completar 6 meses.
***
Palavras cruzadas
Em um ônibus quase vazio, uma mulher está concentrada fazendo palavras cruzadas no livro que acabou de comprar. Até que um bêbado entra e resolve sentar justamente ao lado da moça. Ela, que estava distraída, assusta-se ao se dar conta da presença do sujeito e, já fazendo cara feia, pensa: ‘Com tantos lugares desocupados, ele tinha de sentar logo perto de mim?‘
Sem tirar o olho do livro, a mulher fala, em voz alta, pra provocar:
— É inconveniente, feio e, ainda por cima, tem um fedor insuportável!
O bêbado olha para a mulher, olha para o livro e responde:
— Se for com cinco letras, é gambá!
***
Esmola pro ceguinho
Um homem, na companhia de um cachorro, pede dinheiro na rua e carrega uma placa onde está escrita e seguinte frase:
‘Dê esmola ao pobre ceguinho, pelo amor de Deus.‘
Um ladrão vê o mendigo e fica observando-o durante um bom tempo. Quando percebe que a caixinha do homem já está cheia de dinheiro, decide roubá-la. Sem medo de ser notado pelo cego, o malandro vai em direção a ele e, no momento em que vai pôr as mãos na grana, é surpreendido pelo sujeito, que começa a lhe dar uma tremenda surra.
O ladrão, então, grita indignado:
— Mas você não é cego?
— Não, cego é o cachorro!
***
Desenho animado
No restaurante o cliente chama o garçom:
— Tem uma mosca no meu prato!
— É o desenho do prato, meu senhor.
— Mas está se mexendo!
— É que é um desenho animado.