Cumprindo o serviço militar na Aeronáutica.

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Para evitar confusões foi baixada uma instrução proibindo os assuntos sobre futebol, religião, política e mulheres.

Um dia sentados para o almoço, o Juvenal falou:

– Vocês precisam saber. Ontem indo para casa vi um avião andando na calçada. Modelo novo, linhas aerodinâmicas, trem de aterrisagem com proteção de seda realçavam as suas linhas, duas luzes de posicionamento azuis, duas turbinas apontando para frente de fazer inveja a qualquer caça. A cauda arrendondada concebida por engenharia aprimorada. Fuselagem acompanhando as linhas aerodinâmicas.

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Foi um tanto trabalhoso definir o destino e a rota mas finalmente saiu a liberação do voo. Embarquei e fui para a pista e decolei. O início do voo foi bastante tranquilo.

E o serviço de bordo então, de primeira. O estofamento macio, aquecido e envolvente, os cintos de segurança de 4 pontos mantinham o corpo com segurança. A partir daí experimentei a performance da aeronave. Levantei o bico e subi até quase estolar.

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Desci girando sobre o eixo, puxei o manche e retomei altura. Tentei um looping que respondeu com segurança, inverti e fiz um looping reverso.

Três horas de voo fantásticas. De volta no aeroporto já deixei marcado um novo voo para hoje à noite.

Almoçando junto estava o Sargento Amaral, grande praça perto de ir para a reserva.

E então Sargento, o senhor não voa?

– Às vezes eu tento um voo ‘charter‘, taxio, taxio, taxio. Depois de algum tempo desisto e pego um voo doméstico mesmo.

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Na lápide

Uma freira, na hora da morte, pediu para escreverem no seu túmulo:

“Nasci virgem, vivi virgem, morri virgem”.

O coveiro achou que eram muitas palavras e resumiu:

“Devolvida sem uso”.

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Fim da picada

Depois do desafio do balde de gelo e da foto sem maquiagem, a nova febre das redes sociais é o desafio da abelha. Mulheres estão se sujeitando a tirar foto com os seios à mostra e o sutiã na cabeça, como se fosse os olhos de uma abelha. Depois não querem ficar mal faladas. Não dá pra conceber uma imbecilidade desta. Realmente é muita falta do que fazer. Que tal fazer o desafio de ajudar o próximo?

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Abraço do Darta

Abração de hoje vai para o leitor assíduo da Tribuna, o Rafael Stein Jendick, do Bairro Fazendinha, torcedor do Coritiba e que não perde uma edição e hoje comemora mais um ano de vida. Parabéns e muitas felicidades!

Aquele abraço especial também pra família que trabalha unida lendo a Tribuna. Isso acontece há 13 anos, diariamente, quando Paulinho (ex-ponta-esquerda do Coxa), sua esposa Kilinha e os filhos Serginho, Paulo e Fofão resolveram abrir a Panificadora e Confeitaria Talho Doce, na Av. República Argentina, no Portão. O Serginho, que fica no caixa, disseca até a página de editais.