Duas mortas conversam:

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— Morri congelada.

— Ai que horror!

— Deve ter sido horrível!

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— Como é morrer congelada?

— Bom, no começo é muito ruim: primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo congelando…

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Mas, depois veio um sono muito forte e eu perdi a consciência.

— E você, como morreu?

— Eu? Morri de ataque cardíaco.

— Eu estava desconfiada que meu marido estivesse me traindo. Então, um dia cheguei em casa mais cedo, corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente assistindo televisão. Ainda desconfiada, corri até o porão para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém. Depois, corri até o segundo andar, mas também não vi ninguém. Subi até o sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta.

— Puxa que pena… Se você tivesse procurado no freezer, nós duas estaríamos vivas.

***

Ele avisou

O motorista do táxi disse:

— Olha que mulher bonita! Nossa, ela é um avião!

E o passageiro respondeu, gritando:

— Feia!

O motorista:

— Feia nada! Ela é gostosona pra caramba!

E o passageiro, de novo:

— Feia!!!

— Que feia o quê! Tá louco? — retrucou o motorista.

E o passageiro, aos berros: — Feia! Feia! Feia!

O motorista, que não estava olhando para a frente, bateu em outro carro. Ficou louco da vida e exclamou:

— Pô, cara! Você viu que eu ia bater! Por que não me avisou?

E o passageiro, histérico:

— Eu ava alando há ua hora: feia, feia e ocê não feiô. É… urdo, é?

***

Fim da bebedeira

Toda sexta, as 20 horas um cara chegava em um bar, e pedia 3 cervejas para o garçom, as 3 ao mesmo tempo.

Tomava uma, a outra, a terceira, pagava aconta, levantava e ia embora. Uma bela sexta o garçom, já intrigado com aquilo, perguntou para o homem:

— Desculpe minha curiosidade, mas porque o senhor toma 3 cervejas toda sexta no mesmo horário?

E o homem respondeu:

— Porque tenho 2 irmãos, e cada um de nos mora longe.

Assim, toda sexta, as 20 horas, cada um de nos entra em um bar e pede 3 cervejas. Tomamos uma por cada um de nós. E o nosso modo de manter contato e pensarmos um nos outros.

Uma bela sexta, o homem entra no bar e o garçom pergunta:

— Três cervejas, como sempre?

E o homem diz:

— Não. Apenas duas.

O garçom gela. Um dos irmãos dele morreu, pensa. Meio sem jeito, traz duas cervejas e pergunta para o homem:

— Desculpe-me amigo, mas é que sempre são 3 cervejas.

Aconteceu alguma coisa com algum irmão seu?

E o homem:

— Não, estão todos bem. É que eu parei de beber!

***

No banheiro

É uma festa muito animada e a garotada se diverte a valer. Numa das mesas, estão Joãozinho e sua mãe, dona Maria. Lá pelas tantas, Joãozinho diz à mãe:

— Mãe, quero ir ao banheiro.

— Peraí, menino. Espera um pouco.

Cinco minutos depois, Joãozinho insiste:

— Mãe, quero ir ao banheiro fazer pipi.

Dona Maria não quer perder a conversa que está muito animada.

— Peraí, menino. Daqui a pouco a gente vai.

Joãozinho insiste.

— Mãe, quero ir ao banheiro fazer pipi. Não dá para esperar mais.

Percebendo o aperto do Joãozinho, uma das das amigas se oferece para levá-lo. Pega na mão dele e os dois saem. Meia hora depois, voltam os dois. A amiga que foi levar Joãozinho ajeita o penteado, e fala pra Maria.

— Esse seu filho é bem crescidinho, não é dona Maria? Qual a idade dele?

— Vinte e oito anos.

***

Nome ou sobrenome?

O gerente chama o empregado da área de produção, negão, forte, 1,90m de altura, 100 kg, recém admitido, e inicia o diálogo:

— Qual é o seu nome?

— Eduardo — responde o empregado.

— Olhe — explica o gerente —, eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome. É muito familiar e pode levar a perda de autoridade. Eu só chamo meus funcionários pelo sobrenome: Ribeiro, Matos, Souza. E quero que me chame de Mendonça. Bem, agora quero saber: Qual é o seu nome completo?

O empregado responde:

— Meu nome é Eduardo Paixão.

— Tá certo, Eduardo. Pode ir agora…

***

Esperta

Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções:

Os carros são inteiramente destruídos, mas por sorte, nenhum dos dois esta ferido. Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:

— Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidentes desses! Só pode ser um sinal de Deus! Ele esta nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos em paz para o resto da vida!

— Concordo — responde o homem — Isso deve ser um sinal divino!

A mulher continua:

— E olha só, um outro milagre: meu carro ficou totalmente destruído, mas essa garrafa de whisky não quebrou! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.

E ela entrega a garrafa ao homem. Ele concorda, abre a garrafa e toma alguns goles diretamente do gargalo e devolve a garrafa a mulher. Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.

Ele não entende o gesto e pergunta:

— Você não vai tomar?

— Não! Eu vou esperar a policia chegar com o bafômetro.

***

Viúvo

Dois bêbados conversam uma conversa de bêbados.

— Tu é casado?

— Viúvo. Viúvo três vezes.

— De que morreu tua primeira mulher?

— Tomou um copo de formicida.

— Que coisa triste. E a segunda?

— Tomou um copo de formicida.

— Putz! E a terceira? De que ela morreu?

— Caiu do quinto andar. Não quis tomar o copo de formicida.