Pintor bem intencionado
O pintor de parede era tarado pela mulher do vizinho.
E pelo jeito ela também! Rolava um clima, uma troca de olhares, mas a coisa nunca rolava, porque o marido era um tremendo ciumento e trancava a mulher dentro de casa quando saía pro trabalho.
Determinado em arrumar um jeito de se aproximar, o pintor teve uma ideia.
Sabe como é, Adolfo disse ele, pro vizinho. A gente é vizinho há anos… Eu ando com um tempo sobrando, então estava pensando… Você não quer que eu pinte sua casa de graça?
Claro, amigão! Agradeceu ele. Aparece aqui amanhã de manhã que você já começa!
Na manhã seguinte o pintor chega todo animado, lata de tinta numa mão, pincel na outra. E o marido ciumento diz:
Se você não se importa, vou trancar a porta. Não gosto que minha mulher fique dando voltinhas por aí.
Claro, Adolfo. Você é quem sabe!
Foi só o marido sair para o trabalho que eles começaram os amassos. Depois de alguns minutos, quando a coisa estava esquentando, ouve-se um barulho de porta. Era o marido!
E agora? disse a mulher, aflita.
O pintor só teve tempo de pegar o pincel e começar a pintar, com um jeito bem distraído.
O que é isso? pergunta o marido, assustado. Você pede pra pintar minha casa e fica pelado na frente da minha mulher?
Pô, eu tô pintando de graça e você ainda quer que eu suje a minha roupa, Adolfo?
Anh… E esse troço duro aí? diz ele, apontando para o dito cujo do pintor, que estava em ponto de bala.
E o pintor responde com a maior naturalidade:
E onde é que você queria que eu pendurasse a lata?
O que ser quando crescer?
Aproveitando a situação pela qual estão passando os professores da rede estadual. É uma piada que retrata bem a realidade da educação no Paraná.
Um casal de professores, sempre desejando um bom futuro para o seu filho, faz aquela pergunta dos sonhos.
– Filho o que você quer ser quando crescer?
O garoto responde:
– Eu quero ser político, mãe.
A mãe, surpresa com a resposta, pergunta:
– Por que político?
– Ora mãe, porque nunca vi político saindo nas ruas para fazer manifestação por melhores salários.
Proposta de negociata
Dois políticos analisam uma proposta de negociata em Brasília.
São muito milhões em jogo. Um deles pergunta:
— Quanto nos dariam por isso?
— Num país sério, nos dariam uns quinze anos, eu acho.
Abraço do Darta
Abração de hoje vai pro Paulo Zanatta, do Don Max, pro Valquir Aureliano, o Kiu, e pro Orlando Pessuti, o ex-governador, que comemoram mais um ano de vida. Parabéns e muitas felicidades!
Tuitada do Darta
As maiores mentiras são ditas antes das eleições e depois das pescarias.