O caipira tinha que ir para a cidade grande resolver um problema, mas como não queria passar vergonha na cidade grande, ficou treinando a fala na frente do espelho:

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– Paster… paster… paaster… paster… – e dias se passaram. – Pasterlll… paasterlll… PASTEL! – pronto, o treinamento deu certo.

Chegando na rodoviária, foi logo entrando em uma pastelaria:

– Por favor, me dê um PASTEL!

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– Pois não, senhor, de qual sabor?

– DE PARMITO, UAI.

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***

Baixa velocidade

Um policial está na estrada, chegando no Posto Rodoviário onde trabalha e avista um carro andando em baixíssima velocidade. Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista. Aliás, a motorista. É uma velhinha acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.

– Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! – adverte o guarda.

– Mas, seu guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! Será possível que hoje em dia, só porque ninguém respeita a sinalização…

– Um minuto, senhora! – interrompe o policial – Posso saber que sinalização a senhora está respeitando?

A velhinha não diz nada. Só aponta uma placa onde está escrito “BR-050”.

– Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade e sim o número da estrada, BR-050… Olha, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?

– Tá certo… Tá certo…

– Só mais uma coisa – torna o guarda – As demais senhoras estão passando bem? Elas parecem tão assustadas…

– Elas já vão melhorar! – responde a velhinha – É que nós acabamos de sair da BR-262…

***

Passageiro diabético

No meio de uma longa viagem, a aeromoça pergunta a um dos passageiros:

– O senhor aceita uma Banana Split?

– Não, obrigado… Eu sou diabético!

– Então que tal um pudim de leite condensado?

– Eu não posso! – repetiu ele – Sou diabético!

– Tudo bem – tornou a aeromoça – Que tal a sugestão da casa, ou melhor, do avião? Um delicioso mousse de chocolate, com cobertura de chantilly!

– Moça, você não está entendendo! – disse ele, começando a se alterar – Eu sou diabético!

– Ah, eu sei de uma coisa que o senhor vai adorar: nossa torta holandesa! Uma delícia…

– Porra! – grita ele, batendo no braço da poltrona – Eu já falei umas mil vezes que sou diabético!

– Será que você é surda! Eu não posso comer essas porcarias, eu sou diabético! Eu sou diabético!

– Regina! – grita a aeromoça, chamando uma de suas colegas – O moço aqui tá uma pilha de nervos! Traz uma água com açúcar pra ele!

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Aula de português

Na aula de português, a professora pergunta:

– Na frase: “O marido chega em casa de surpresa e encontra a mulher no quarto.”,
onde está o sujeito?

E o Joãozinho:

– Se não estiver dentro do guarda-roupa, deve estar debaixo da cama!