Três colegas de escola começam a exaltar as qualidades de seus pais durante o recreio. Em um momento da conversa, um deles diz:

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— O meu pai é quem corre mais rápido. Ele é capaz de atirar uma flecha, começar a correr e ultrapassar a flecha.

— Você acha isso rápido? O meu pai é caçador. Ele consegue dar um tiro e chegar ao alvo antes da bala.

— Vocês dois não sabem o que é rapidez.

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— Ah, é? O que seu pai faz?

— O meu pai é funcionário público. Ele trabalha até às 18h, mas consegue estar em casa às 16h45.

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Erros no discurso

Um político, daqueles bem picaretas e caras de pau, sobe no palanque e começa o discurso:

— Meus cidadão! Se eu fô eleito, vô construí as escola!

Os eleitores ficam em silêncio, constrangidos com o mau português do candidato.

— Eu tombém vô construí as egreja, as creche…

O silêncio fica ainda mais constrangedor. Nessa hora, um assessor não aguenta mais, chama ele e sussurra no seu ouvido:

— Chefe… Emprega o plural que você ganha mais votos!

O político se empolga e responde:

— Deixa comigo!

E recomeça o discurso:

— Eu vô empregá o plurá!… A mãe do plurá, o pai do plurá, toda a famía do plurá, porque eis merece!

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Preguiça escolar

De manhã, a mãe bate na porta do quarto do filho:

— Filho, acorda!

— Hoje não vou à escola!

E não vou por três motivos: estou morto de sono, detesto aquele colégio e não aguento mais os professores.

— Mas você tem que ir, filho! E por três motivos: você tem um dever a cumprir, já tem 45 anos e é o diretor do colégio.

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Olhos fechados

O homem leva o filho ao pediatra:

– Doutor, o meu filho completou 6 meses e até agora não abriu os olhos.

E o doutor alerta:

– Abra o olho você, porque esse filho é de japonês!

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Tuitada do Darta

Deve ser horrível ser mãe aos 14 e ter que dividir o Toddynho com o filho.

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Abraço do Darta

Abração de hoje vai pra jornalista Juliana Fontes e pro advogado Waldemar Pluschkat Neto, que comemoram mais um ano de vida. Parabéns e muitas felicidades!

Aquele abraço especial também pro Mozar, da Mozar e Cia Ltda, especializada em pulseiras, pilhas para relógios, gravações e muito mais. Mozar está na Galeria Suissa há 28 anos e não perde uma edição da Tribuna. Ele é leitor assíduo da Triboladas.