Hoje o abraço do Darta vai pro Adilson Batista, que mora em Maringá e sempre que pode acompanha as Triboladas. Além disso, o Adilson, coxa-branca, e o seu amigo Alexandre Mello, atleticano, deram um verdadeiro exemplo de como se deve levar a rivalidade no futebol. Um abraço para os dois!
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Os filhos
Quatro amigos encontraram-se em uma festa, após 30 anos sem se verem. Alguns drinks aqui, bate papo de lá e de cá e um deles resolve ir ao banheiro. Os que ficaram resolveram falar sobre os filhos. O primeiro falou:
— Meu filho é meu orgulho. Ele começou a trabalhar como office-boy em uma empresa, estudou, se formou em administração de empresas, foi promovido a gerente da empresa e hoje ele é o presidente. Ele ficou tão rico, tão rico, que no aniversário de um amigão dele, ele deu um carro de presente.
O outro disse:
— Nossa que beleza! Mas o meu filho também é um grande orgulho para mim. Ele começou trabalhando como entregador de passagens.
Estudou e formou-se piloto. Foi trabalhar em uma grande empresa aérea. Resolveu entrar de sociedade na empresa e hoje ele é o dono.
Ele ficou tão rico, que no aniversário de um grande amigo dele, ele deu um avião de presente.
O terceiro falou:
— Nossa, parabéns! Mas o meu filho também ficou muito rico. Ele estudou e formou-se em engenharia. Abriu uma construtora e deu tão certo que para um amigo que fez aniversário, ele deu um apartamento.
O amigo que havia ido até o banheiro chegou e perguntou:
— Qual é o assunto?
— Estamos falando do grande orgulho que temos de nossos filhos. E o seu? O que faz?
— Meu filho não é propriamente um grande orgulho. Ele é vagabundo, anda com tudo quanto é viado, trabalha como michê, mas devo admitir que é um grande sortudo e muito esperto. Sabe, ele fez aniversário outro dia e ganhou das bichas que ele tem um caso um apartamento, um avião e um carro!
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Se entregou
Um cara está na fila do caixa no supermercado quando uma morena escultural lhe acena com a mão e lança um sorriso daqueles. Ele deixa por momentos o carrinho das compras na fila, dirige-se à morena e lhe diz, quase sussurrando:
— Desculpe, será que já nos conhecemos?
Ela responde, sempre com aquele sorriso:
— Pode ser que eu esteja enganada, mas acho que o senhor é o pai de uma das minhas crianças.
O cara põe-se, de imediato, a vasculhar a memória e pensa na única vez em que foi infiel à esposa, perguntando baixinho para a morenaça:
— Não me diga que você é aquela stripper que eu comi sobre uma mesa de bilhar, naquela suruba com os meus amigos, completamente bêbado, enquanto uma de suas amigas me flagelava com uma toalha molhada?
— Bem, não — responde ela, constrangida. — Eu sou a nova professora do seu filho!
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Paquerando
O paquerador chega para a moça e diz:
— Puxa, como você é bonita!
E ela responde:
— Pena que eu não posso dizer o mesmo!
E ele, sem perder o rebolado:
— Faça como eu, minta!
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Parceria
No meio de uma festa de confraternização, o sujeito cochicha para o colega de trabalho:
— Aquela loira ali é a minha mulher. E aquela morena gostosinha do lado dela é a minha amante!
— Que coincidência! — diz o amigo — Comigo é a mesma coisa. Só que ao contrário!
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Último pedido
Um bandido muito perigoso, condenado à morte, senta-se na cadeira elétrica para ser executado.
O diretor do presídio fala:
— De acordo com a lei, o senhor tem o direito de solicitar o seu último desejo.
E ele sem hesitar:
— Eu gostaria que o senhor segurasse a minha mão!
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Pensando no futuro
O velhinho está nas últimas. O padre está a seu lado para dar-lhe a extrema-unção. Ele lhe diz ao ouvido:
— Antes de morrer, reafir,me sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e renegue o Demônio!
Mas o velhinho fica quieto. O padre pergunta:
— Vamos lá… Quando se deixa este mundo, é preciso se preparar e renegar o mal para poder juntar-se ao Senhor o mais rápido possível… Por que você não quer renegar o Demônio?
Então o velhinho, com uma voz trêmula:
— Enquanto eu não souber para onde eu vou, não quero ficar mal com ninguém!
