O pai do Manoel morreu. Manoel chamou o irmão pra ajudar a cuidar dos preparativos.

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– Manoel, nosso pai não pode ser enterrado com esta roupa. Vá comprar um terno pra ele.

– Oh, Joaquim, eu não tenho dinheiro!

– Não tem importância. Eu pago. E lá se foi Manoel em busca de um terno pra enterrar seu genitor. Feito isso, após o enterro, ele procurou o irmão:

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– Preciso de dinheiro pra pagar o terno.

– Quanto é?

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– Duzentos reais. Ele deu o dinheiro como prometeu. Passou um mês e Manoel o procurou novamente.

– Preciso de dinheiro pra pagar o terno.

– Quanto é?

– Duzentos reais. Por ter prometido, o irmão não questionou e deu a grana. Mais um mês se foi e Manoel voltou a procurar o mano.

– Preciso de dinheiro pra pagar o terno.

– Manoel, em quantas prestações você comprou este terno?

– Oh, raios… Nenhuma, é claro… É que o terno estava muito caro, então, ao invés de comprar, logicamente que eu apenas aluguei… que não sou trouxa!


Um amigo pergunta pro outro:

– Cara, você nunca tira férias não?

– De jeito nenhum! Eu não posso me afastar da empresa!

– Por quê? A empresa não pode passar sem você?

– Pode! Mas é isso que eu não quero que eles descubram!