Para facilitar a confissão das mulheres que pulavam a cerca, o padre da pacata cidadezinha do interior acunhou uma expressão idiomática: “Padre, eu caí no buraco”.

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Um dia, o velho padre bateu as botas. Logo no primeiro dia de trabalho, o seu sucessor se viu surpreendido com o fato de que várias mulheres fizessem sempre a mesma confissão: “Padre, eu caí no buraco”.

No sábado seguinte, durante um jantar que o Prefeito e sua esposa haviam preparado para lhe dar as boas vindas, o padre arriscou:

— Senhor Prefeito, eu acho que o senhor precisa cuidar um pouco mais das ruas da cidade! Muitas mulheres estão vindo reclamar para mim que toda hora estão caindo num buraco!

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O Prefeito, que já sabia da história, caiu na gargalhada.

— E o senhor ainda ri? — se irritou o padre — Pois saiba que a sua esposa já caiu três vezes só nesta semana!

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***

Velhos tempos

A velhinha está deitada na cama, de camisola, quando o marido dela se deita, a uma distância de quase um metro.

Ela protesta:

— Quando éramos jovens você costumava se deitar bem pertinho de mim na cama. . .

Ele fica um instante imóvel e, depois de alguns segundos, chega mais perto da esposa, que continua:

— Quando nós éramos jovens, você ficava abraçadinho comigo e segurava a minha mão!

O marido parece não acreditar na crise existencial da esposa, mas pega na mão dela e a abraça, como nos velhos tempos. E ela ainda não se dá por satisfeita.

— Quando éramos jovens, você costumava dar mordidinhas na minha orelha.

Ele dá um longo suspiro, joga a coberta de lado e sai da cama.

Visivelmente ofendida, ela diz:

— Aonde você vai, Jacinto?

— Ué! — responde o velho. — Vou buscar minha dentadura!

***

Cachorrinho perdido

O português chegou todo esbaforido naquela empresa que fazia faixas e cartazes e foi logo dizendo:

— Meu cachorrinho se perdeu e eu quero mandar fazer uma faixa bem grande!

— Pois não, meu senhor!

Quais os dizeres?

— Totó, volte logo!

Estou muito triste!