A família jantava tranquila quando, de repente, a filha de 11 anos comenta:

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— Tenho uma má notícia. Não sou mais Virgem! Sou uma vaca! — E começa a chorar, visivelmente alterada, com as mãos no rosto e um ar de vergonha. Silêncio sepulcral na mesa.

De repente, começam as acusações mútuas:

— Isto é por você ser como é! — marido dirigindo-se à mulher — Por se vestir como uma sem-vergonha barata e se arreganhar para o primeiro imbecil que chega aqui em casa. Claro que isso tinha que ocorrer, com este exemplo que a menina vê todo dia! E você — pai apontando para a outra filha de 19 anos — que fica se agarrando no sofá e beijando aquele palhaço do teu namorado que tem jeito de viado. Tudo na frente da menina!

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A mãe não aguenta mais e revida, gritando:

— E quem é o idiota que gasta metade do salário com as garotas e se despede delas na porta de casa? Pensa que eu e as meninas somos cegas? E, além disso, que exemplo você pode dar se, desde que assinou esta maldita TV a cabo, passa todos os finais de semana assistindo coisas que não deve?

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Desconsolada e à beira de um colapso, a mãe, com os olhos cheios de lágrimas e a voz trêmula, pega ternamente na mão da filhinha e pergunta baixinho:

— Como foi que isso aconteceu, minha filha?

E, entre soluços, a menina responde:

— A professora me tirou do presépio! A Virgem agora é a Vanessa, eu vou fazer a vaquinha.

***

Papagaio inteligente

O cara entrou na loja de animais e pediu ao dono.

— Eu quero comprar um papagaio, mas quero um que não fale palavrão.

O dono da loja foi aos fundos, trouxe um e disse ao homem.

— Esse aqui é perfeito, ele é surdo, não vai aprender a dizer nenhum palavrão.

O cara levou o papagaio embora.

Passado uns dois meses, o cara voltou com o papagaio e disse ao dono.

— Eu trouxe seu papagaio de volta, você me enganou, você me disse que ele não falava palavrão porque ele é surdo, e agora toda vez que eu chego em casa, ele me chama de corno.

O dono olhou bem pra ele e respondeu:

— É, meu amigo, ele é surdo, mas ele enxerga muito bem.

***

Procura-se um médico

O rapaz estava em um ponto de ônibus, esperando o ônibus e a todos que também esperavam o ônibus:

— Tem algum médico aqui no ponto?

Nisso, levanta uma evangélica, daquelas bem fervorosa, encosta no rapaz e começa:

— Meu jovem, não sei o que tu tens enfrentado, mas muitas das vezes eu procurei médicos e eles não me davam respostas, então me entreguei pra Jesus. Diga o que te aflige?

O rapaz, esperando que ela acabasse a pirotecnia, respondeu:

— Nada, é que estou resolvendo palavras-cruzadas, e tem uma difícil aqui: Doença Vascular, com 9 letras.

***

Quebra-cabeça

Preocupadíssima, a loira liga para o celular do namorado:

— Amorzinho, eu tô com um problemão!

— O que houve, amor?

— Eu comprei um quebra-cabeça, mas não estou conseguindo nem começar a montar! As peças não se encaixam de jeito nenhum…

— Meu amor, eu já te ensinei a montar quebra-cabeça, né?

Não lembra daquele da Mônica que eu comprei pra você?

Lembre-se, primeiro você tem que achar os cantinhos…

— Eu sei, lembro que você disse isso, mas é que eu não consigo achar nem os cantos… É muito difícil!

— Ok, calma, calma. Qual é a figura que você tem que montar? Deve estar desenhado na caixa!

— É um tigre.

— Tudo bem. Eu vou passar aí pra te ajudar!

Então ele pega a chave do carro, sai de seu escritório e vai para a casa dela.

Chegando lá, ela o recepciona deixando transparecer a ansiedade e apressa-se em resolver o dilema do quebra-cabeça.

— Vem amor, me ajuda! O quebra-cabeça está lá na mesa da cozinha!

O namorado acompanha a loira até a cozinha, olha para a mesa e fica boquiaberto por alguns segundos. Após se recompor, ele respira fundo e esbraveja:

— Quer fazer o favor de colocar os Sucrilhos de volta na caixa?