Na ponta da língua

O professor chamou a aluna mais gostosa da classe e perguntou:

— Rosana, me diga, qual é o elemento que tem a fórmula química H2SO4?

A garota colocou um dedinho na boca, pensou, pensou e disse:

— Ai professor… tá na ponta da língua!

E o mestre:

— Então cospe logo, que é ácido sulfúrico!

***

Melhores amigos

Dois amigos inseparáveis, tinham como rotina um happy hour semanal num bar. Naquele dia, durante o encontro, um deles percebeu que o outro estava meio estranho.

— Aconteceu alguma coisa? Você está distante!

— É… Uma coisa meio constrangedora… Não sei se quero falar sobre isso!

— Desabafe, homem! — insistiu o amigo.

— Sabe o que é… — respondeu o homem — Minha mulher fugiu ontem com outro homem!

— É mesmo? — perguntou — Com quem?

— Com o meu melhor amigo!

Nessa hora o cara que estava fazendo as perguntas irritou-se:

— Poxa, eu te conheço desde menino, sempre contamos um com o outro pra tudo… Seu melhor amigo sou eu!

O outro abriu um sorriso e diz:

— Ah, você era… Até ontem!

***

Pescocim

Num bar, um sujeito malhado, bombado, sarado, vitaminado, mas que por conta de tanta malhação acabou ficando com um corpão e o pescoço muito fino, e foi apelidado de ‘Pescocim‘. Ele se irritava e dava porrada em quem que se atrevesse a lhe chamar pelo apelido. Certo dia no barzinho da esquina, estava a turma do tal ‘Pescocim‘ tomando umas, quando chega no bar um bebum já de cara cheia, sem dinheiro, pedindo pra seu Zé lhe vender pinga fiado. Pra tirar uma onda com o bebum o dono do bar desafia:

— Te dou de graça cinco doses de cachaça da boa, se você mencionar a palavra ‘Pescocim‘ para aquele grandão ali.

O pinguço aceita o desafio e se dirigiu a mesa do tal sujeito:

— E aí meu grande amigo, como tem passado?

E o sujeito responde:

— Como assim? Eu nem te conheço!

— Mas que absurdo você não lembrar de mim, amigão. Quantas vezes a gente não pescou juntos no rio Paraná?

— Você deve estar enganado, a gente nunca pescou junto!

— Pescô, sim!

***

Não mexe no andaime

No funeral de um peão de obra, um sujeito, desconhecido da família, chorava copiosamente.

De repente a viúva se aproxima dele e pergunta:

— João era seu amigo?

— Amigo? João era como um irmão pra mim! Ele me adorava.

A ex-mulher de João abraçou o moço, que prosseguiu:

— As últimas palavras do João foram ditas pra mim…

— É mesmo? — perguntou ela, curiosa — E quais foram essas palavras?

— ‘Jorge, não mexe no andaimeeeeeeeeee…‘

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