Rui Barbosa, ao chegar em casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constatou um ladrão tentando levar seus patos de criação.

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Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:

“Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência, que o vulgo denomina nada.”

O ladrão, confuso, perguntou:

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“Dotô, eu levo ou deixo os pato?”.

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Alô alô, galera do Bom Paladar

Hoje é dia de apreciar aquela feijoada do tipo, ali no Bom Paladar, na Rua Ministro Brochado da Rocha, no Pilarzinho. Mas antes, o Darta recomenda: beba aquele aperitivo com moderação. É só falar com o Renato e o Mano, que eles garantem. Abraços também pro Anderson e Diego, piazada gente boa no atendimento.