Filhinho de papai

Por ser de um clube pó-de-arroz, de fraque e cartola, todo atleticano se considera filho de "otoridade", deputado, senador, quando não, desembargador.
Na chique Avenida Batel, um poliicial militar solicitou os documentos de jovem adolescente e o mesmo, com nariz empinado, todo cheio de soberba e se achando o rei do mundo, falou:
– Você por acaso sabe quem é o meu pai?
O policial, sem perder a calma, respondeu:
– Não sei e isto você deve perguntar à sua mãe.

A raça não nega

Um coxa pão-duro entra numa importadora e compra uma caneta (verde e branca, mais cafona impossível) pra mulher, presente de aniversário de casamento.
– Faça um embrulho bem bonito.
– Vai fazer uma surpresa, doutor?
Pergunta a balconista.
– E que surpresa! Ela está esperando um automóvel.


Um português entrou num bar e pediu uma latinha de cerveja. Pegou um abridor de lata, abriu a cerveja e bebeu.
Pediu outra e tornou a abrir com o abridor.
O garçom estava olhando. O português pediu outra cerveja em lata e, quando foi abrir, o garçom perguntou:
– O senhor não sabe pra que serve esse pinhinho que tem em cima da latinha?
– Sei. – Respondeu o português – estão a pensare que sou burro? Este pininho é pra quem esqueceu o abridor de latas!

Do tipo

Dois atleticanos combinando a comemoração pra depois do jogo noturno:
– Vamos à Baixada. Depois, vamos comemorar numa boate, cair na esbórnia.
E o outro:
– Ih, rapaz, não vai dar.
– E por que não?
– Porque de tão cansado, ultimamente tenho dormido com as galinhas.
A pergunta de um atleticano típico:
– E elas são boas de cama?

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