Art. I – Todo o estagiário tem o direito de não possuir direito nenhum.

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Art. II – O estagiário tem todo o dever de ficar de boca fechada e cabeça baixa, caso leve um xingo do chefe.

Art. III – Satisfazer as vontades, servir cafezinho e limpar a mesa diariamente de todos os funcionários, com um sorriso permanente de gratidão.

Art. IV – Manter-se calado, em atitude servil, exceto quando solicitado, devendo então responder de cabeça baixa em sinal de respeito.

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Art. V – Trabalhar feito um mouro pra dar conta do trabalho dos funcionários regulares, que estão muito ocupados com os seus afazeres particulares.

Art. VI – Executar tarefas de serviços gerais se estiver estagiando na área de informática.

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Art. VII – Pra não falarem que discriminamos as mulheres, concedemos o dever às estagiárias de bem desempenhar as funções de recepcionista, telefonista, secretária e babá de nossos filhos, sempre que for de nosso interesse, convocando-as, principalmente, fora do horário normal de estágio, de preferências em dias de provas no colégio.

Art. VIII – Para não falarem que discriminamos os homens, concedemos o dever aos estagiários de bem desempenhar as funções de office-boy, garoto de recados, lavador de nossos carros, etc., sempre que for de nosso interesse, primeiramente nos dias de apresentação de trabalhos no colégio.

Último Art. – Na dúvida se estagiário tem ou não direitos, vale o Art. I.
Parágrafo Único: Revogam-se as discussões em contrário.


Pai e filho estão viajando de carro quando se deparam com uma cena inusitada: um homem levantando o rabo de um cavalo e analisando as suas partes íntimas.

– O que é isso, pai? – pergunta o filho, curioso.
– É muito simples! – esclarece o pai – Este senhor está querendo comprar o cavalo daquele outro senhor. E a melhor maneira de ver se um cavalo está bem de saúde é olhando o seu traseiro!
– Nossa! – exclamou o garoto, preocupado
– Então eu acho que a mamãe não tá nada bem…
– Como assim? – pergunta o pai, confuso.
– Todos os seus amigos olham pro traseiro dela e até hoje nenhum deles comprou!


Dois amigos se encontram:

– Caramba! – diz o primeiro – Que relógio legal você comprou, hein?
– Não comprei não…
– responde o amigo
– Ganhei em uma corrida!
– Que legal, cara!
E quantas pessoas participaram dessa corrida?
– Três!
– Só isso?
– É… Eu, o antigo dono do relógio e um policial!