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Só o futebol mesmo pra unir americanos e iranianos. A Copa do Mundo é fantástica por isso.

Ontem (16), na Arena da Baixada, atleticanos, coxas e paranistas se abraçavam e festajavam o maior evento do planeta. Sem briga, sem confusão, sem discriminação, como deveria ser o futebol em todo momento.

Que este seja um sinal de mudança para que o futebol volte a ser empolgante e que as torcidas possam conviver pacificamente dentro dos estádios.

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Nome do funcionário

O gerente chama o empregado recém-admitido à sua sala e inicia o diálogo:

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— Qual é o seu nome?

— João – responde o empregado.

— Olhe – explica o gerente – eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo primeiro nome. É muito familiar e pode levar à perda de autoridade. Eu só chamo meus empregados pelo sobrenome: Ribeiro, Matos, Souza… Só.

E quero que o senhor me chame de Sr. Mendonça. Bem, agora quero saber: Qual é o seu nome? O empregado responde:

— Meu nome é João Amorzinho.

— Tá certo, João. Pode ir agora…

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Mania da esposa

No bar, o bêbado desabafa com o amigo:

— A minha mulher anda com uma mania esquisita, rapaz. Ela passa a noite inteira, em pé, debruçada na janela do quarto.

— Nossa! E o que é que ela fica fazendo este tempo todo?

— Esperando eu chegar!

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Dica do Darta

Se você quer acompanhar o jogo do Brasil em um ambiente bacana, é só aparecer no Café Casablanca, ali na rua Manoel Eufrásio, 1350, pertinho do Museu do Olho, no Centro Cívico. Quem comanda a torcida é o João Alceu, ex-companheiro do Darta na redação. Vale a pena conferir.

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Tuitada do Darta

Reclama da Copa do Mundo ser no Brasil, mas pendura uma bandeira de 2 metros na frente de casa.