Cerveja de graça

Certo dia Oswaldo estava andando pela rua, indo pro bar e tropeçou numa lâmpada mágica.

Plim! Apareceu um gênio que lhe disse:

— Vou te conceder um desejo!

— Por que um, gênio? Pelo que eu saiba gênio satisfaz 3 desejos!

— Eu tô te concedendo um desejo e você ainda reclama? Desse jeito eu vou voltar pra lâmpada e…

— Não, espera, gênio! Tudo bem… Vamos ver… Eu gosto muito de beber, né? Então eu queria que você arrumasse um jeito de eu beber cerveja de graça, pelo resto da vida!

O gênio pensou um pouco e disse:

— Seu desejo está atendido! — e desapareceu.

— Mas como assim realizado? perguntou ele, mas não obteve resposta.

Mais tarde, quando Osvaldo estava mijando no bar, sentiu um delicioso cheiro de cerveja. Muito confuso ele verificou e constatou que estava urinando cerveja! Que beleza!

Rapidamente chamou todos os amigos para uma festa.

Aí ele mijava nos copos, nas canecas nas jarras e o pessoal se esbaldava.

Dali pra frente a casa de Osvaldo passou a ser muito frequentada.

Todos os dias os seus amigos apareciam pra tomar breja de graça!

Então Osvaldo viu que não estava lucrando nada com isso, que seus amigos o estavam explorando e resolveu radicalizar. No outro dia quando um grupo de amigos bateu à sua porta, ele disse:

— Gente, agora as coisas vão mudar! Se vocês quiserem beber a cerveja que eu mijo, vão ter que fazer do meu jeito!

— Que jeito? Como assim? Fala! — disseram os amigos dele, ansiosos.

Então ele respondeu:

— Quem quiser tomar agora, só direto da garrafa!

***

Mais maionese

O gaguinho está numa churrascaria rodízio e de repente o garçom aproxima-se com uma travessa de maionese e coloca uma colherada em seu prato.

— Ma-mais…

O garçom coloca mais uma colherada.

— Ma-mais…

Outra colherada.

— Ma-mais…

O garçom já meio irritado, despeja metade da travessa no prato do gaguinho.

— Ma-mais…

Aí o garçom não agüentou:

— O senhor come esse daí, que depois eu ponho mais!

— Ma-mais… eu nã-não go-gosto de ma-maionese!

***

Tirando sarro

O sujeito vivia tirando sarro de um novo colega de trabalho que era totalmente careca. O sujeito, muito tímido, ficava na dele, mas se contorcia de raiva por dentro.

Um dia, durante a comemoração de aniversário de um dos funcionários, estava todo mundo reunido, aí o sujeito dá um tapão na careca do pobre coitado e fala bem alto:

— Porra, como tá lisa essa careca! Até parece a bunda da minha mulher!

E o careca, passando a mão na cabeça:

— É… você tem razão… tá parecendo mesmo!

***

Jeep importado

O cara mais rico da cidadezinha comprou um Jeep importado, com tração nas quatro rodas.

No dia da compra ele desfilou todo metido pelo centro, parou para tomar uma cerveja e, quando voltou para o carro, teve o maior desgosto. Ao lado do adesivo onde estava escrito ‘4X4‘ um engraçadinho escreveu com um prego, como que completando: ‘=16‘.

O dono do Jeep ficou pê da vida. Mandou o carro para a capital, onde havia a assistência técnica autorizada, e uma semana depois o veículo estava de volta, com a pintura novinha outra vez.

A felicidade não durou muito. Na semana seguinte, ao voltar de um baile, viu que o sacana havia escrito de novo, no mesmo local, arranhando a tinta: ‘=16‘.

Sabendo que não ia ter como descobrir o autor da brincadeira de mal gosto, o dono do carro resolveu entrar no clima. Mandou fazer um outro adesivo, bem bonitinho, na mesma tipologia do ‘4X4‘, com o mesmo resultado da conta que o bêbado insistia em escrever.

Mas não funcionou. Poucos dias depois, ao passar perto do carro e ler: ‘4X4=16‘, o bêbado pegou um prego e deixou escrito:

‘Parabéns! Nota 10!‘

***

Abraço do Darta


Abração de hoje vai pro Evilton Cândido Silvério, que não perde uma edição da Tribuna.

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