Cara-de-pau

O lavrador vai falar com o patrão, na sede da fazenda:

– O senhor me descurpe, patrão. . . Mas minha família tá passano fome. . . O que o sinhô me paga num dá pra nada!

– Tudo bem, tá desculpado! Responde o fazendeiro, na maior cara-de-pau.

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Um compadre paulista foi visitar o casal de mineiros. Estavam caminhando pela fazenda e tiveram de pular uma cerca. A mulher foi primeiro, agarrou a saia no arame e mostrou tudo! Muito sem graça, perguntou ao compadre:

– Cê viu minha ligereza cumpade?

– Vi. Só não sabia que aqui tinha esse nome.

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