Naquele dia da bodas de prata, reconhecendo a dedicação da Maria nos 25 anos de casados, o Manuel a presenteia com um maravilhoso e caríssimo casaco de pele de raposa prateada. Satisfeitíssima e lisonjeada, ela afaga o presente com as mãos e comenta:
– Como pode uma coisa tão maravilhosa e tão valiosa, vir de um animal tão pequeno, tão fedido, sem aparência e tão insignificante?
E o portuga irado:
– Vejas lá, ó mulher! Se tu não queres me agradecer, também não precisa me ofender!
Bodas
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