Dois casais, um paulista e outro baiano, jogavam cartas e uma caiu debaixo da mesa.

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O baiano abaixou pra pegar e deu uma olhadela na mulher do paulista por baixo da mesa. Ela estava sem calcinha.

Alguns minutos depois, o baiano, suando frio, levantou pra tomar água. A mulher do paulista disfarçou e foi atrás dele. Chegando na cozinha, ela perguntou:

– E aí? O que você achou?

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– Maravilhoso. Respondeu o baiano.

– Qualquer R$ 500 e a gente conversa – disparou a paulista.

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– É muito dinheiro, mas tudo bem. É só dizer quando!

– Amanhã à tarde ele não vai estar em casa, você pode ir lá.

– Combinado!

No dia seguinte, o baiano chega na hora marcada, paga os R$ 500 e transa com a mulher do paulista.

À noite, o paulista chega do trabalho e pergunta pra mulher:

– O baiano esteve aqui à tarde?

– Sim – respondeu a mulher, assustada.

– Deixou R$ 500?

– Sim – disse a mulher, completamente apavorada.

– Ufa! Que alívio! Aquele baiano safado esteve no meu escritório pela manhã, me pediu R$ 500 emprestado e disse que passava aqui à tarde, sem falta, pra pagar.

*****

“Diproma”

O velho fazendeiro do interior de Minas está em sua sala, proseando com um amigo, quando um menino passa correndo por ali.

Ele chama:

– Diproma, vai falar pra sua avó trazer um cafezinho aqui pra visita!

E o amigo estranha:

– Mas que nome engraçado tem esse menino!!

É seu parente?

– É meu neto! Eu chamo ele assim, porque mandei a minha filha estudar em Belzonte e ela voltou com ele!