Dois casais, um paulista e outro baiano, jogavam cartas e uma caiu debaixo da mesa.
O baiano abaixou pra pegar e deu uma olhadela na mulher do paulista por baixo da mesa. Ela estava sem calcinha.
Alguns minutos depois, o baiano, suando frio, levantou pra tomar água. A mulher do paulista disfarçou e foi atrás dele. Chegando na cozinha, ela perguntou:
– E aí? O que você achou?
– Maravilhoso. Respondeu o baiano.
– Qualquer R$ 500 e a gente conversa – disparou a paulista.
– É muito dinheiro, mas tudo bem. É só dizer quando!
– Amanhã à tarde ele não vai estar em casa, você pode ir lá.
– Combinado!
No dia seguinte, o baiano chega na hora marcada, paga os R$ 500 e transa com a mulher do paulista.
À noite, o paulista chega do trabalho e pergunta pra mulher:
– O baiano esteve aqui à tarde?
– Sim – respondeu a mulher, assustada.
– Deixou R$ 500?
– Sim – disse a mulher, completamente apavorada.
– Ufa! Que alívio! Aquele baiano safado esteve no meu escritório pela manhã, me pediu R$ 500 emprestado e disse que passava aqui à tarde, sem falta, pra pagar.
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“Diproma”
O velho fazendeiro do interior de Minas está em sua sala, proseando com um amigo, quando um menino passa correndo por ali.
Ele chama:
– Diproma, vai falar pra sua avó trazer um cafezinho aqui pra visita!
E o amigo estranha:
– Mas que nome engraçado tem esse menino!!
É seu parente?
– É meu neto! Eu chamo ele assim, porque mandei a minha filha estudar em Belzonte e ela voltou com ele!