A família inteira estava no carro voltando do feriadão na praia. Quase chegando em casa, um policial rodoviário manda o carro parar:

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— Por favor, os documentos, do senhor e do veículo. Sabia que estava a cento e quarenta por hora e que a velocidade permitida aqui é apenas noventa?

— Não seu guarda, eu estava a noventa, tenho certeza disto.

A sogra, sentada no banco de trás entre as crianças, começa a participar da conversa:

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— Ah, Paulo Ricardo, que é isso! Você estava a 140 ou mais!

O cara olha para a sogra vermelho de raiva. O policial continua:

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— E sua lanterna direita não está funcionando…

— Minha lanterna? Nem sabia disso. Acho que queimou durante a viajem.

E a sogra corrige:

— Ah, Paulo Ricardo, que mentira! Faz quase um mês que você está falando que precisa trocar a lâmpada da lanterna!

O cara fica quase louco e faz sinal à sogra para ficar quieta. O policial:

— E o senhor está sem o cinto de segurança.

— Mas, seu guarda, eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!

— Ah, Paulo Ricardo, mentindo de novo? Você nunca usa o cinto!

O cara explode e grita com a velha:

— Cacete! Dá pra calar a boca?

O policial chega perto da janela da sogra e pergunta:

— Esse sujeito sempre grita assim com a senhora?

E a sogra que colabora responde:

— Não, não senhor, seu guarda.

Só quando bebe!

***

Julgado por corrupção

Aquele político velho de guerra estava sendo julgado por corrupção.

Enquanto transcorria o julgamento ele aguardava em sua casa nervosamente.

De repente, toca o telefone e o advogado encarregado da sua defesa, diz, sem esconder a euforia:

— Doutor, finalmente a justiça foi feita!

— Então, vamos apelar! — emenda o safado.

***

Ladrões baianos

Quatro baianos assaltam um banco e param o carro uns quilômetros à frente. Um deles pergunta ao chefe da quadrilha:

— E aí, meu rei: Vamos contar o dinheiro?

— E pra que esse trabalhão? Vamos esperar o noticiário da TV.

***

Começo de carreira

A jornalista entrevista um famoso deputado:

— Deputado, o senhor pode nos dizer como começou a sua carreira de político?

— Ah! Foi logo na infância… eu ainda estudava no primário…

— No primário?! — espantou-se a jornalista.

— Sim! Um dia meu pai me chamou e disse: “Filho, a partir de hoje eu vou lhe dar mil cruzeiros toda as vezes que você tirar uma nota maior que 7”. Então, eu cheguei para a minha professora e falei:

“Escuta, dona Clotilde, a senhora não gostaria de ganhar quinhentos cruzeiros de vez em quando?”.

***

Abraço do Darta

Abração de hoje vai pro Paulo Sérgio Furlan, pro Diogo Wagner e pro Pedro Jojima, que comemoram mais um ano de vida. Parabéns e muitas felicidades!