Um guarda de trânsito pára um condutor por excesso de velocidade:
— Posso ver a sua carteira de habilitação?
— Não tenho. Foi suspensa na última vez em que fui processado!
— Muito bem! Então posso ver o registro de propriedade do veículo?
— O carro não é meu… Eu roubei!
— O carro é roubado?
— Sim, é roubado! Mas peraí! Acho que eu vi o registro de propriedade no porta-luvas quando fui guardar o meu 38…
— O quê? Tem uma arma no porta-luvas?
— Sim… Eu guardei lá depois de matar a dona do carro e jogar o corpo dela no porta-malas!
— Não acredito! Tem um corpo no porta-malas?
— Sim senhor…
Ao ouvir isto, o agente chama imediatamente o seu superior, que começa o interrogatório:
— Senhor, posso ver a sua carteira de habilitação?
— Claro, aqui está ela!
Apreensivo, o policial examina o documento e vê que tudo está em ordem!
— A quem pertence este veículo? — prossegue ele.
— É meu, seu guarda. Aqui está o registro de propriedade — diz ele entregando o outro documento ao policial, que checa e constata que realmente o veículo pertence ao condutor.
— O senhor faria o favor de abrir lentamente o seu porta-luvas?
— Sim senhor — diz o sujeito, tranqüilamente, mostrando que o porta-luvas estava vazio.
— Agora quero ver o porta-malas — diz o oficial, confuso.
O condutor sai do carro e abre o porta-malas, mostrando que lá não havia corpo algum. Perplexo, o policial exclama:
— Não compreendo… O meu agente me disse que você não tinha carteira de habilitação, o seu carro era roubado, tinha uma arma no porta-luvas e um corpo no porta-malas…
— Ah, claro. E aposto que o mentiroso também te disse que eu andava em excesso de velocidade, não é?
***
Vizinho com dor
No meio da madrugada, toca a campainha do apartamento do médico. Ele se levanta e vê pelo olho mágico a cara de dor do seu vizinho, um rapaz recém-casado.
— Meu Deus, o que foi que aconteceu? — pergunta espantado ao abrir a porta.
— Ah, doutor, eu ia com o maior cuidado e, tentando evitar uma criança, saltei fora e… cataprum… acho que quebrei o braço!
— Nossa, contra o que você bateu o carro?
— Não, doutor! Eu caí da cama!
***
Jogo da verdade
Ao completar dois anos de casado, o marido propõe à mulher:
— Benzinho! Vamos brincar de jogo da verdade? A gente conta nossos segredos e no final eu te perdôo e você me perdoa! Combinado?
— Tudo bem — concordou a mulher
— Confessa você primeiro!
— Bem, vamos lá… Dois meses depois que nós nos casamos, eu tive um caso alucinante com a sua irmã…
— O quê? — interrompe ela, furiosa
— Justo com a minha irmã?
— Amor, você prometeu que perdoaria…
— Tudo bem, tudo bem… eu te perdôo…
Agora é a minha vez…
— Claro, amorzinho — diz ele, aliviado — que segredinho você tem pra me contar?
— Dois anos antes de me casar com você, eu era homem!
***
Revelação da mulher
Na noite de núpcias, a loira vira-se para o marido português e desabafa:
— Joaquim! Tenho uma coisa muito importante pra dizer…
— Pode falar, lindinha!
— Mas acho que você vai se decepcionar!
— Ora pois! Fale logo, estou curioso!
— Eu não sou virgem!
— Francamente, Sofia… Isso é hora de falar em horóscopo?
***
Sem braço
Dois canibais estão andando na rua quando passa por eles uma moça sem um dos braços. Então, um vira-se para o outro e diz:
— Você viu essa moça que passou?
— O que é que tem ela?
— Estou comendo!