Uma justa homenagem

O fim de semana esportivo na Suburbana marcou vários aspectos interessantes, muitos jogos, boa disciplina, quando, uma vez mais, ficou provado que o futebol amador está em ótima fase, levando alegria e bom futebol aos diversos bairros da cidade. A Tribuna do Paraná, como faz desde sua primeira edição, em outubro de 1956 (sempre com este cronista utilizando carro, motorista e fotógrafo da editora), com a finalidade exclusiva de bem divulgar as boas coisas de nossos clubes que militam nas divisões, marcou presença.

A reportagem esteve presente em nada menos do que sete praças esportivas, só não o fazendo na totalidade dos jogos porque a distância a ser percorrida não dava condições para tal. Além das fotos e detalhes já publicados, hoje temos a satisfação de registrar a homenagem muito justa prestada ao treinador Jurandir Senna, do Vila Fani, que completou um ano servindo com eficiência ao referido clube. O presidente Elizeu Siebert fez entrega de uma placa de prata ao aludido desportista ao mesmo tempo em que comunicou oficialmente as melhorias que serão introduzidas no Estádio Ismael Gabardo: novos muros externos e cabine especial de transmissão junto à atual mesa de representação ao lado oposto das atuais cabines.

O vereador Luizão e outros desportistas estão colaborando para que o Vila Fani alcance o seu objetivo. Jorge Martinez, o uruguaio, está de volta ao comando técnico do Urano. Haroldo José trocou o Iguaçu pelo Bairro Alto e vice-versa: Marcelo Leandro saiu do Bairro Alto e ingressou no Iguaçu.

Álbum de figurinhas

Altair Ferreira, o Taíco, que há uma década e meia comanda as transmissões esportivas e é responsável por inúmeros eventos em favor do futebol amador, lançou com sucesso o álbum de figurinhas que mostra atletas e dirigentes de todos os clubes que militam na Divisão Especial. Esta semana, será a vez da 1.ª Divisão receber a divulgação que merece. O álbum está em fase de lançamento e vem sendo aguardado com muito entusiasmo. Um sucesso que merece nossos aplausos. Infelizmente, nem todos reconhecem o trabalho da crônica. Sem ela, o futebol amador não existiria. Fazemos referência ao treinador do Grêmio Ipiranga, que (pela terceira vez) tentou proibir a fotografia de seu time, mas seus atletas não pensam assim e a foto foi feita.

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