Pité, símbolo do Sergipe

“Com 9 anos de idade, eu já demonstrava muita vontade de jogar futebol. Nos bairros Parolin, Lindóia e Guaíra defendi as cores do Estrelinha, em meados da década de sessenta. O técnico Dirceu Barbosa me efetivou no elenco juvenil do Sergipe. Em 1972 participei de uma decisão no antigo campo do Vila Hauer, onde conquistei meu primeiro título.

No ano seguinte atuei pelo 2.º quadro sob o comando do técnico Acir dos Santos. Mais um título obtive na temporada de 1974, numa decisão com o União Ahu. Novamente campeão de aspirantes em cima do Nacional no ano de 1976. Outra memorável decisão de aspirantes aconteceu no ano de 1981 quando vencemos o Novo Mundo por 3×2, no Estádio Francisco Muraro, em Santa Felicidade. Doca me levou para o Vila Fani em 1982, que era comandado pelo saudoso técnico Ivo Vichinheski. Disputamos a final da Taça Paraná de 1982 com o Grêmio Oeste de Guarapuava e conquistamos o título máximo.

Fui defender o São Paulo do Xaxim em 1984, no torneio denominado Taça de Curitiba. Vitória na final sobre o Novo Mundo por 3×1, no campo do Vila Fani. Mais um título para minha coleção. Fiz uma temporada no time profissional do ABC de Foz do Iguaçu, retornando em 1986 para defender o Cruzeiro de Morretes, revertendo para a categoria de amador. Fiz o gol da vitória na decisão com o Operário, no clássico famoso daquela cidade.

Uma contusão me deixou por dois anos afastado dos gramados. Voltei em 1989 para disputar o Torneio de Verão. Ganhamos o jogo decisivo com o São Vicente por 2×1. Passei para a categoria de máster em 1990, assinando com o Vila Fani. Em 93 ganhamos o título dessa categoria frente o Santa Quitéria. Meu grande desejo consolidou-se em 1994, ou seja, a volta para o clube de meu coração, o EC Sergipe, onde encerrei minha carreira de jogador.

Uma briga de grande proporção aconteceu no final de um jogo Caxias x Sergipe, no Estádio Santanão. Eles jogavam pelo empate e quando viramos nos momentos finais e conquistamos a vaga, a confusão generalizou. Entre os mortos e feridos, salvaram-se todos! Um fato que chamou a atenção em minha careira. Nunca consegui vencer o Capão Raso. Por isso sou um torcedor contra o chamado esquadrão de aço. Entre futebol de campo e peladeiro do Nelson Comel, já conquistei 11 títulos.” (Narrativa feita ao colaborador Mussum.)

Nome completo: João de Lima Santos. Apelido: Pité. Nascido em Curitiba, dia 25 de setembro de 1955 (49 anos). Posição: centro-avante.

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Resultados de domingo pela Copa Tamandaré: Quatro Barras 1×1 Gera, Roça Grande 1×1 Vila Chane, Renovicente 2×2 Santiago, União Ahu 1×2 Boca Júnior, Bangu 3×1 São Jorge, Rocio 2×1 Talento, Capinzal 1×0 Nápoli, Tupã 4×4 Xaxim e Kapot/Canto do Rio 2×1 Pioneiro.

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Importante reunião de dirigentes de clubes amadores será realizada sexta-feira na sede do São Paulo EC do Xaxim, às 20h. Assunto: Debate sobre a nova lei das multas.

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Hideo, destacado valor do Combate Barreirinha, vai ser observado por responsáveis pelo Departamento de Futebol Profissional do Paraná Clube.

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Internacional x Milan e Dois Vizinhos x Madeirit, são os jogos que abrem as semifinais da Taça Paraná, no próximo domingo.

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Sábado no Recanto Tricolor serão conhecidos os campeões das Copas Irineu Horbatiuk (Juniores) e Levi Mulford (adultos). Preliminar de juniores às 14h30: Combate Barreirinha x Olaria. Principal de adultos à 16h30: Combate Barreirinha x Iguaçu.

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